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	<title>SAB Comunicar</title>
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	<description>Consultoria de comunicação</description>
	<lastBuildDate>Mon, 27 Apr 2026 22:59:59 +0000</lastBuildDate>
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	<title>SAB Comunicar</title>
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	<item>
		<title>Comunicação assertiva nas empresas: como alinhar mensagem, pessoas e resultados</title>
		<link>https://sabcomunicar.pt/comunicacao-assertiva-nas-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Almeida Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 16:53:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[A comunicação assertiva nas empresas é muitas vezes o que distingue equipas alinhadas de equipas em desgaste. Em muitas empresas, o problema não é falta de competência, nem de empenho. É falta de clareza na comunicação.

Equipas qualificadas, líderes experientes e bons produtos podem perder eficácia quando a mensagem não é clara, quando as conversas difíceis são adiadas ou quando cada pessoa interpreta as orientações à sua maneira. O resultado surge sob a forma de conflitos, desalinhamento, retrabalho e desgaste interno.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<div class="wp-block-rank-math-toc-block" id="rank-math-toc"><h3><br>Índice</h3><nav><ul><li class=""><a href="#o-que-e-e-o-que-nao-e-comunicacao-assertiva-nas-empresas">O que é (e o que não é) comunicação assertiva nas empresas</a></li><li class=""><a href="#porque-falha-a-comunicacao-assertiva-nas-empresas">Porque falha a comunicação assertiva nas empresas</a></li><li class=""><a href="#o-modelo-de-comunicacao-assertiva-nas-empresas">O modelo de comunicação assertiva nas empresas</a><ul></ul></li><li class=""><a href="#situacoes-criticas-onde-a-comunicacao-assertiva-faz-a-diferenca">Situações críticas onde a comunicação assertiva faz a diferença</a><ul></ul></li><li class=""><a href="#erros-frequentes-na-comunicacao-assertiva-nas-empresas">Erros frequentes na comunicação assertiva nas empresas</a></li><li class=""><a href="#como-comecar-a-melhorar-a-comunicacao-na-sua-empresa">Como começar a melhorar a comunicação na sua empresa?</a></li><li class=""><a href="#quando-faz-sentido-procurar-apoio-externo">Quando faz sentido procurar apoio externo?</a></li></ul></nav></div>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>A comunicação assertiva nas empresas é muitas vezes o que distingue equipas alinhadas de equipas em desgaste. Em muitas empresas, o problema não é falta de competência, nem de empenho. É falta de clareza na comunicação.</p>



<p>Equipas qualificadas, líderes experientes e bons produtos podem perder eficácia quando a mensagem não é clara, quando as conversas difíceis são adiadas ou quando cada pessoa interpreta as orientações à sua maneira. O resultado surge sob a forma de conflitos, desalinhamento, retrabalho e desgaste interno.</p>



<p>No trabalho com empresas, este é um padrão recorrente: <a href="https://sabcomunicar.pt/comunicar-com-jornalistas/" data-type="post" data-id="685">quando a comunicação melhora</a> os resultados seguem o mesmo caminho.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading" id="o-que-e-e-o-que-nao-e-comunicacao-assertiva-nas-empresas">O que é (e o que não é) comunicação assertiva nas empresas</h3>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Comunicação assertiva não é falar mais alto, nem dizer tudo o que se pensa sem filtro. Também não é ser rígido ou pouco empático.</p>



<p>Comunicar de forma assertiva é conseguir dizer o que é necessário, com clareza e respeito, assumindo responsabilidade pelo impacto da mensagem.</p>



<p>Num contexto empresarial, isto traduz-se em:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mensagens claras e alinhadas com os objetivos</li>



<li>Respeito pelas pessoas e pelos papéis</li>



<li>Capacidade de abordar temas difíceis sem criar conflitos desnecessários</li>



<li>Coerência entre o que se diz e o que se faz</li>
</ul>



<p>Quando a comunicação é assertiva, as equipas sabem o que se espera delas e sentem-se mais seguras para agir.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/pexels-shvets-production-9052868-1024x683.jpg" alt="mão a escrever no teclado de um computador portátil" class="wp-image-1300" style="width:552px;height:auto"/></figure>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading" id="porque-falha-a-comunicacao-assertiva-nas-empresas">Porque falha a comunicação assertiva nas empresas</h3>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Ao dar formação em diferentes organizações vemos razões que surgem repetidamente:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Líderes que evitam conversas difíceis para “não criar problemas”</li>



<li>Mensagens vagas para agradar a todos</li>



<li>Desalinhamento entre a liderança e as equipas intermédias</li>



<li>Excesso de comunicação escrita para resolver assuntos que exigem conversa</li>



<li>Falta de preparação antes de reuniões importantes</li>
</ul>



<p>O que vemos é que as pessoas sabem o que querem dizer, mas não organizam a mensagem nem pensam no impacto que ela vai ter. Sem essa preparação, surgem mal-entendidos, resistências e conflitos evitáveis.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading" id="o-modelo-de-comunicacao-assertiva-nas-empresas">O modelo de comunicação assertiva nas empresas</h3>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Para <a href="https://sabcomunicar.pt/como-podem-as-empresas-e-os-assessores-de-imprensa-ser-mais-uteis-para-os-jornalistas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ajudar empresas a estruturar melhor a sua comunicação</a>, trabalhamos com um modelo simples e prático, aplicável a diferentes contextos organizacionais.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="1-clareza-da-mensagem">1. Clareza da mensagem</h4>



<p>Antes de comunicar, é essencial responder a uma pergunta simples:<br><em>O que é realmente importante que esta pessoa ou equipa compreenda?<br></em>Muitas mensagens falham porque misturam objetivos, justificações e emoções num só discurso.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="2-adaptacao-ao-contexto-e-as-pessoas">2. Adaptação ao contexto e às pessoas</h4>



<p>A mesma mensagem pode (e deve) ser adaptada consoante:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o momento</li>



<li>o papel do interlocutor</li>



<li>o impacto esperado</li>
</ul>



<p>Adequar não é “adoçar” a mensagem, é torná-la compreensível e eficaz.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="3-responsabilidade-pelo-impacto">3. Responsabilidade pelo impacto</h4>



<p>Comunicar de forma assertiva implica assumir que a forma como dizemos algo <a href="https://sabcomunicar.pt/ideias-que-te-ajudam-a-comunicar-melhor/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">influencia a reação do outro</a>. Não controlamos a resposta, mas somos responsáveis pela clareza e intenção da nossa comunicação.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading" id="situacoes-criticas-onde-a-comunicacao-assertiva-faz-a-diferenca">Situações críticas onde a comunicação assertiva faz a diferença</h3>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h4 class="wp-block-heading" id="feedback-dificil">Feedback difícil</h4>



<p>Erro comum: adiar ou suavizar em excesso.<br>Abordagem assertiva: preparar exemplos concretos, focar comportamentos e impacto, e clarificar expectativas.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="conflitos-entre-equipas">Conflitos entre equipas</h4>



<p>Erro comum: evitar a conversa ou tomar partido sem ouvir todos.<br>Abordagem assertiva: criar espaço para diálogo, clarificar interesses e alinhar objetivos comuns.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="alinhamento-de-expectativas">Alinhamento de expectativas</h4>



<p>Erro comum: assumir que “ficou claro”.<br>Abordagem assertiva: confirmar entendimentos e responsabilidades de forma explícita.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="mudancas-internas">Mudanças internas</h4>



<p>Erro comum: comunicar apenas o “o quê”, sem incluir o “porquê”.<br>Abordagem assertiva: explicar contexto, impacto e próximos passos.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading" id="erros-frequentes-na-comunicacao-assertiva-nas-empresas">Erros frequentes na comunicação assertiva nas empresas</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Resolver tudo por email</li>



<li>Falar de forma demasiado genérica</li>



<li>Adiar conversas desconfortáveis</li>



<li>Confundir empatia com permissividade</li>



<li>Não alinhar discurso entre liderança e equipas</li>
</ul>



<p>Estes erros não surgem por falta de intenção, mas por falta de método e preparação.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading" id="como-comecar-a-melhorar-a-comunicacao-na-sua-empresa">Como começar a melhorar a comunicação na sua empresa?</h3>



<ol start="1" class="wp-block-list">
<li>Identificar conversas que têm sido evitadas</li>



<li>Preparar mensagens-chave antes de reuniões importantes</li>



<li>Alinhar líderes quanto à forma e ao conteúdo da comunicação</li>



<li>Desenvolver competências de comunicação nas equipas</li>



<li>Criar uma linguagem comum para feedback e alinhamento</li>
</ol>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Quando a <a href="https://www.mckinsey.com/locations/mckinsey-client-capabilities-network/our-work/strategic-and-change-communications/the-communications-exchange/unlocking-organizational-communication-five-ways-to-ignite-employee-engagement" target="_blank" rel="noreferrer noopener">comunicação é tratada de forma estratégic</a><a href="https://www.mckinsey.com/locations/mckinsey-client-capabilities-network/our-work/strategic-and-change-communications/the-communications-exchange/unlocking-organizational-communication-five-ways-to-ignite-employee-engagement" target="_blank" rel="noopener">a</a>, a empresa ganha mais alinhamento, maior clareza na liderança e mais capacidade para mobilizar equipas em torno de objetivos comuns.</strong> A McKinsey destaca precisamente a comunicação como uma alavanca para envolver e mobilizar equipas.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading" id="quando-faz-sentido-procurar-apoio-externo">Quando faz sentido procurar apoio externo?</h3>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Há momentos em que a comunicação não melhora apenas com boa vontade. Uma visão externa ajuda a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Identificar padrões que já passaram despercebidos</li>



<li>Estruturar mensagens e processos</li>



<li>Treinar equipas em contextos reais</li>



<li>Criar alinhamento entre estratégia e prática</li>
</ul>



<p>Quando a comunicação é tratada de forma estratégica, deixa de depender apenas da boa vontade individual. Passa a existir mais clareza, mais coerência e mais capacidade de alinhar pessoas, decisões e resultados. É esse trabalho que ajuda <a href="https://sabcomunicar.pt/empresas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">empresas a comunicar</a> melhor por dentro, para funcionarem melhor para fora.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>


<div class="wp-block-post-author"><div class="wp-block-post-author__avatar"><img alt='' src='https://secure.gravatar.com/avatar/5c07a9a9a604bbf4c39e46214610c378bc1aeb317899868122d9c44ebe3dba90?s=48&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/5c07a9a9a604bbf4c39e46214610c378bc1aeb317899868122d9c44ebe3dba90?s=96&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-48 photo' height='48' width='48' /></div><div class="wp-block-post-author__content"><p class="wp-block-post-author__byline">Por </p><p class="wp-block-post-author__name">Sofia Almeida Bernardo</p></div></div>

<div class="wp-block-post-date__modified-date wp-block-post-date"><time datetime="2026-04-27T22:57:14+00:00">27/04/2026</time></div>


<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>3 ideias para comunicar melhor com clientes</title>
		<link>https://sabcomunicar.pt/comunicar-melhor-com-clientes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Almeida Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 11:02:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vendas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://sabcomunicar.cd4.nka.pt/?p=642</guid>

					<description><![CDATA[Comunicar melhor com clientes não depende apenas de simpatia ou experiência. Depende da forma como se explica o valor, se escuta o que o outro precisa e se ajusta a mensagem ao contexto comercial. Quando uma conversa comercial corre mal, raramente é apenas por causa do preço. Muitas vezes, o problema está na forma como [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Comunicar melhor com clientes não depende apenas de simpatia ou experiência. Depende da forma como se explica o valor, se escuta o que o outro precisa e se ajusta a mensagem ao contexto comercial.</p>



<p>Quando uma conversa comercial corre mal, raramente é apenas por causa do preço. Muitas vezes, o problema está na forma como se apresenta a proposta, na falta de clareza sobre o benefício e na dificuldade em responder às dúvidas sem impaciência. É aqui que a comunicação comercial faz diferença.</p>



<p>Se me casasse de novo cada vez que oiço esta resposta, já teria ultrapassado a Zsa Zsa Gabor! Habitualmente ela vem seguida de outras frases, igualmente preciosas:</p>



<p>“Não tenho paciência para discutir o preço a toda a hora.”</p>



<p><em>“</em>Os clientes não percebem que vão ter um serviço com muita qualidade.”</p>



<p>“É muito cansativo estar sempre a ouvir palpites do cliente e explicar por que é melhor fazermos como eu sugeri.”</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1596737996180-1024x683.jpg" alt="profissional a comunicar melhor com clientes em contexto comercial" class="wp-image-1208" style="width:509px;height:auto" srcset="https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1596737996180-1024x683.jpg 1024w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1596737996180-300x200.jpg 300w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1596737996180-768x512.jpg 768w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1596737996180-1536x1024.jpg 1536w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1596737996180-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><em>Há tantas profissões em que não se contacta com clientes. É só escolher uma</em>. É isto que, por instinto, me apetece responder quando oiço aquelas frases. Mas não respondo.</p>



<p>Também não ia resolver o problema. Estas questões e os mesmos comentários passavam a ser sobre os colegas dos outros departamentos, os fornecedores e os parceiros.</p>



<p><a href="https://sabcomunicar.pt/empresas/" data-type="link" data-id="https://sabcomunicar.pt/empresas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Se tem um papel comercial</a>, lida com o cliente e nunca fez formação em abordagem comercial, destaco 3 ideias essenciais para ter mais sucesso nesta área.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1596738223642-1024x1024.jpg" alt="profissional a comunicar melhor com clientes em contexto comercial" class="wp-image-1209" style="width:466px;height:auto" srcset="https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1596738223642-1024x1024.jpg 1024w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1596738223642-300x300.jpg 300w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1596738223642-150x150.jpg 150w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1596738223642-768x768.jpg 768w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1596738223642.jpg 1500w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">1. Comece pela necessidade do cliente</h3>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>O que importa é que “eles” precisam – os clientes. Qual é a necessidade que querem resolver? Em que é que este serviço/produto os ajuda?</p>



<p>Simples e complexo. Simples de entender. Complexo de fazer.</p>



<p>Muitas conversas comerciais falham aqui. A empresa conhece tão bem o que faz que deixa de reparar que o cliente ainda não acompanha o raciocínio. Quanto mais clara for a ligação entre necessidade, solução e benefício, mais fácil será gerar confiança.</p>



<p>Eu sei que sabe que é assim, mas acaba por explicar tudo pelos Seus motivos e não pelos motivos do Outro (o cliente).</p>



<p>Se está a pensar “Eu nunca faço isto”, posso entrevistar 2 ou 3 clientes seus e confirmamos.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">2. Explique preço, etapas e valor com clareza</h3>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Quando os clientes e futuros clientes fazem perguntas, estão a mostrar interesse.</p>



<p>Se não quer ter de explicar ao cliente o preço, as etapas e os porquês, vai ouvir muitas vezes “Vou pensar e depois falamos”. Ele não vai pensar e não vai falar.</p>



<p>Quem quer comunicar melhor com clientes precisa de explicar o preço, as etapas e o valor sem ambiguidade.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">3. Como comunicar melhor com clientes a partir da perspetiva do cliente</h3>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>As pessoas são sempre pessoas. Não mudam porque estão a comprar ou a vender. Mudam a perspetiva e os objetivos, mas são as mesmas pessoas.</p>



<p>Então porque é que alguém:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>se explica com palavras que os clientes não entendem?</li>



<li>apresenta magníficas características do produto/serviço sem mostrar o valor que trazem ao cliente?</li>



<li>pensa primeiro nos seus objetivos e depois nos do cliente?</li>
</ul>



<p>É assim que gosta de ser recebido pelo seu médico, pelo mecânico ou pelo mediador de seguros?</p>



<p>Olhar com a perspetiva do cliente vale ouro. E funciona. Na <a href="https://sabcomunicar.pt/comunicacao-assertiva-nas-empresas/" data-type="link" data-id="https://sabcomunicar.pt/comunicacao-assertiva-nas-empresas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">comunicação comercial</a>, esta mudança ajuda a criar mais clareza, mais confiança e melhores conversas com os clientes. Perceber melhor <a href="https://hbr.org/1998/11/business-marketing-understand-what-customers-value?utm_source=chatgpt.com" data-type="link" data-id="https://hbr.org/1998/11/business-marketing-understand-what-customers-value?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o que os clientes valorizam</a> ajuda também a mostrar com mais clareza o valor do que se oferece.</p>



<p>Isto não exige um <a href="https://sabcomunicar.pt/computadores-seres-humanos/" data-type="post" data-id="688">discurso artificial</a> nem técnicas complicadas. Exige atenção, clareza e capacidade de ajustar a linguagem ao que a outra pessoa realmente precisa perceber naquele momento.</p>



<p>Na prática, comunicar melhor com clientes de forma consistente implica três mudanças simples: falar menos sobre o que a empresa faz e quer dizer, ouvir mais o que o cliente precisa de perceber, confirmar que a mensagem ficou clara. Quem trabalha esta competência vende melhor, gera mais confiança e reduz objeções desnecessárias.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-plain is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-center"><em>Zsa Zsa Gabor faleceu em 2016 com 99 anos. Teve 9 maridos e dizia que era uma excelente dona de casa. Quando se divorciava ficava sempre com a casa.</em></p>
</blockquote>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>


<div class="wp-block-post-author"><div class="wp-block-post-author__avatar"><img alt='' src='https://secure.gravatar.com/avatar/5c07a9a9a604bbf4c39e46214610c378bc1aeb317899868122d9c44ebe3dba90?s=48&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/5c07a9a9a604bbf4c39e46214610c378bc1aeb317899868122d9c44ebe3dba90?s=96&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-48 photo' height='48' width='48' /></div><div class="wp-block-post-author__content"><p class="wp-block-post-author__byline">Por</p><p class="wp-block-post-author__name">Sofia Almeida Bernardo</p></div></div>

<div class="wp-block-post-date__modified-date wp-block-post-date"><time datetime="2026-04-27T22:56:38+00:00">27/04/2026</time></div>


<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>8 perguntas sobre computadores e seres humanos</title>
		<link>https://sabcomunicar.pt/computadores-seres-humanos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Almeida Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 13:34:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://sabcomunicar.cd4.nka.pt/?p=688</guid>

					<description><![CDATA[A 4.ª Revolução Industrial vai acontecer quando “começarmos a falar com computadores como falamos com pessoas”.Para Arlindo Oliveira, os computadores vão passar a tratar de partes da nossa vida por nós, como fazer compras ou arrumar a casa.Mas não é só isso. O investigador acredita que as emoções também poderão vir a ser um desenvolvimento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p id="a-4-revolucao-industrial-vai-acontecer-quando-comecarmos-a-falar-com-computadores-como-falamos-com-pessoas-e-os-computadores-comecarem-a-tratar-de-partes-da-nossa-vida-por-nos-como-fazer-as-compras-arrumar-a-casa-mas-nao-e-so-diz-o-professor-arlindo-oliveira-tambem-as-emocoes-vao-acabar-por-ser-um-desenvolvimento-natural-dos-sistemas-computacionais"><strong>A 4.ª Revolução Industrial vai acontecer quando “começarmos a falar com computadores como falamos com pessoas”.</strong><br><strong>Para Arlindo Oliveira, os computadores vão passar a tratar de partes da nossa vida por nós, como fazer compras ou arrumar a casa.</strong><br><strong>Mas não é só isso. O investigador acredita que as emoções também poderão vir a ser um desenvolvimento natural dos sistemas computacionais.</strong></p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div class="wp-block-rank-math-toc-block" id="rank-math-toc"><h3>Neste artigo</h3><nav><ul><li class=""><a href="#o-que-tem-os-computadores-as-celulas-e-os-robos-em-comum">O que têm os computadores, as células e os robôs em comum? </a></li><li class=""><a href="#como-sera-essa-4-revolucao-industrial">Como será essa 4ª Revolução Industrial?</a></li><li class=""><a href="#que-exemplos-ve-da-tecnologia-a-suportar-a-evolucao-da-humanidade-para-o-proximo-estagio">Que exemplos vê da tecnologia a suportar a evolução da humanidade para o próximo estágio? </a></li><li class=""><a href="#qual-e-o-papel-das-emocoes">Qual é o papel das emoções? </a></li><li class=""><a href="#e-podem-existir-nestes-sistemas-computacionais">E podem existir nestes sistemas computacionais? </a></li><li class=""><a href="#como-e-que-serao-programadas">Como é que serão programadas? </a></li><li class=""><a href="#seremos-parceiros-ou-rivais-dos-sistemas-computacionais">Seremos parceiros ou rivais dos sistemas computacionais? </a></li><li class=""><a href="#que-exemplos-ve-desse-alinhamento-de-objetivos">Que exemplos vê desse alinhamento de objetivos? </a></li><li class=""><a href="#porque-este-tema-interessa-as-empresas">Por que este tema interessa às empresas?</a></li></ul></nav></div>



<p></p>



<p>No contexto da 4ª Revolução Industrial, a diversão, o ensino e o próprio trabalho serão completamente diferentes, diz o autor do livro&nbsp;<a href="https://istpress.tecnico.ulisboa.pt/produto/mentes-digitais-a-ciencia-redefinindo-a-humanidade/" data-type="link" data-id="https://istpress.tecnico.ulisboa.pt/produto/mentes-digitais-a-ciencia-redefinindo-a-humanidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mentes Digitais: A Ciência Redefinindo a Humanidade</a>. Uma realidade, afirma <a href="https://web.tecnico.ulisboa.pt/arlindo.oliveira/" target="_blank" data-type="link" data-id="https://web.tecnico.ulisboa.pt/arlindo.oliveira/" rel="noreferrer noopener">Arlindo Oliveira</a>, para a qual as pequenas empresas estão mais bem preparadas do que as grandes e onde vai ser necessário fazer uma grande <a href="https://sabcomunicar.pt/empresas/" data-type="page" data-id="28">aposta na formação</a>.</p>



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<p class="has-text-align-center"><em>&#8220;As emoções vão acabar por ser um desenvolvimento natural dos sistemas computacionais e haverá sistemas com emoções&#8221;,&nbsp;diz Arlindo Oliveira.</em></p>



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<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" id="o-que-tem-os-computadores-as-celulas-e-os-robos-em-comum">O que têm os computadores, as células e os robôs em comum?&nbsp;</h2>



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<p>Toda a complexidade que existe no mundo atual veio, durante milhões de anos, puramente dos sistemas biológicos e das células. <br>O mundo que vemos agora tem cerca de 200 anos e seria completamente estranho para uma pessoa que tivesse vivido há 500 anos. Carros, televisões, aviões e telefones seriam difíceis de imaginar. <br>Estamos habituados à realidade criada pela revolução industrial. A 3.ª Revolução Industrial trouxe computadores, informática, telemóveis e novas formas de interagir com o mundo.<br>A 4.ª Revolução Industrial será o momento em que os computadores começarem a comportar-se de forma inteligente. É provável que traga mudanças ainda mais profundas.</p>



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<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" id="como-sera-essa-4-revolucao-industrial">Como será essa 4ª Revolução Industrial?</h2>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Acontecerá quando falarmos com computadores como falamos com pessoas e os computadores começarem a tratar de partes da nossa vida por nós, como fazer compras ou arrumar a casa.<br>Quando aconteceu a revolução industrial e começámos a construir arranha-céus, linhas de caminhos-de-ferro, aeroportos e aviões, mudámos a natureza do planeta.<br>Agora, com estas 3.ª e 4.ª revoluções industriais, vamos fazer uma mudança ainda mais profunda.</p>



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<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" id="que-exemplos-ve-da-tecnologia-a-suportar-a-evolucao-da-humanidade-para-o-proximo-estagio">Que exemplos vê da tecnologia a suportar a evolução da humanidade para o próximo estágio?&nbsp;</h2>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Essa é uma questão mais a longo prazo. Este ambiente em que as pessoas estão constantemente interligadas através do telemóvel é algo que vai ser cada vez mais intenso. <br>Vai afetar cada vez mais todas as áreas de atividade, desde o ensino à diversão, aos espetáculos e ao entretenimento. Todas essas áreas vão mudar muito. <br>As tecnologias irão provavelmente evoluir, embora não consigamos prever no que virão a ser.</p>



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<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" id="qual-e-o-papel-das-emocoes">Qual é o papel das emoções?&nbsp;</h2>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>São muito importantes na espécie humana. Não estão lá por acaso, mas porque se desenvolveram no processo evolutivo, criando uma série de ações e reações no ser humano. O medo, por exemplo, leva-nos a fugir das coisas perigosas, o amor leva-nos a reproduzir. As emoções evoluíram porque dão uma vantagem competitiva ao ser humano. Há quem diga que as emoções são a maneira mais avançada de inteligência porque são as mais difíceis de automatizar.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-text-align-center"><em>&#8220;Embora não esteja a antecipar que um destes «assistentes» possa acordar um dia maldisposto e responda mal, parece-me razoável que se gritarmos com ele possa ter uma reação de espanto.&#8221;</em></p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" id="e-podem-existir-nestes-sistemas-computacionais">E podem existir nestes sistemas computacionais?&nbsp;</h2>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Neste momento, tendemos a não associar emoções aos sistemas computacionais. No entanto, já existem muitos sistemas capazes de detetar as emoções das pessoas. <br>À medida que queremos melhorar a interface destes sistemas, é natural que eles possam ter reações e emoções básicas. Por exemplo: “percebo que está cansado” ou “percebo que está aborrecido”.<br>O segundo passo é empatizar com essas emoções. Não estou a antecipar que um destes assistentes possa acordar um dia maldisposto e responder mal. Isso não me parece razoável. Mas parece-me razoável que, se gritarmos com ele, possa ter uma reação de espanto. Isso tornaria a interação mais natural.</p>



<p>Seria estranho ter um sistema que, para quase todos os efeitos, é humano, mas depois não se aborrece, não se zanga e responde sempre no mesmo tom. As emoções acabarão por existir também nestes sistemas.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" id="como-e-que-serao-programadas">Como é que serão programadas?&nbsp;</h2>



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<p>Os sistemas atuais aprendem por meio da interação, em vez de serem programados em detalhe, e muitos poderão ser treinados para exibir emoções que facilitem a interação humana. <br>Frequentemente, as emoções estão do lado da pessoa que percebe a emoção. Por exemplo: os animais não falam, não sabemos o que pensam, mas é muito fácil atribuir-lhes emoções (zangado, com fome).<br>Embora as emoções sejam percebidas pela pessoa que as observa, experiências mostram que robôs podem ser treinados para se relacionar com humanos de forma semelhante aos animais, levando as pessoas a atribuírem emoções aos robôs e a empatizarem com eles. Acredita-se que esses sistemas terão emoções mais controladas e menos variáveis do que as dos seres humanos.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" id="seremos-parceiros-ou-rivais-dos-sistemas-computacionais">Seremos parceiros ou rivais dos sistemas computacionais?&nbsp;</h2>



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<p>Espero que sejamos parceiros. Não faz sentido sermos rivais. Se chegarmos a essa situação quer dizer que fizemos alguma coisa errada. Mas não é impossível que ao projetarmos os&nbsp;sistemas lhes coloquemos objetivos que estão em conflito com os nossos próprios objetivos. Por exemplo, podemos pedir a um sistema que evite o aquecimento global, mas a melhor maneira de o evitar é andarmos a pé e, aí, pode haver conflito de objetivos. Espero que, quando se projetarem sistemas muito complexos, fique garantido que os interesses da humanidade são sempre os primeiros.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" id="que-exemplos-ve-desse-alinhamento-de-objetivos">Que exemplos vê desse alinhamento de objetivos?&nbsp;</h2>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Nos carros autónomos deve colocar-se como máxima prioridade a<a href="https://sabcomunicar.pt/para-onde-esta-a-olhar/" data-type="post" data-id="664"> salvaguarda das vidas humanas</a>, embora seja necessário fazer opções. Aí temos de garantir que há alinhamento. Imagine um carro de 100 mil euros, programado para evitar destruir-se. Pode ter que decidir entre destruir-se numa ravina, ou atropelar uma pessoa. Essas decisões têm de ser tomadas. <br>Estes problemas também existem quando somos condutores, só que nós não temos normalmente tempo e as reações são instintivas. Os computadores, como são muito mais rápidos, vão quase sempre ter possibilidade de decidir e conseguem fazer a escolha de atropelar ou não uma pessoa. Temos de garantir que as decisões que são tomadas pelo computador estão alinhadas com os interesses e os valores humanos.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" id="porque-este-tema-interessa-as-empresas">Por que este tema interessa às empresas?</h2>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>A evolução dos computadores e da inteligência artificial não é apenas um tema tecnológico. Também muda a forma como trabalhamos, comunicamos, aprendemos e tomamos decisões. Para as empresas, isto reforça a importância da formação, da adaptação e de uma <a href="https://sabcomunicar.pt/empresas/" data-type="page" data-id="28">comunicação clara em contextos de mudança</a>.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>(excerto de entrevista publicada na revista&nbsp;<em>Tecnologia &amp; Qualidade 5</em>, do <a href="https://www.isq.pt/noticias/revista/" target="_blank" data-type="link" data-id="https://www.isq.pt/noticias/revista/" rel="noreferrer noopener">ISQ</a> em janeiro 2018)</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1521057813490-1024x683.jpg" alt="Computadores" class="wp-image-1203" style="width:477px;height:auto" srcset="https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1521057813490-1024x683.jpg 1024w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1521057813490-300x200.jpg 300w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1521057813490-768x512.jpg 768w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1521057813490-1536x1024.jpg 1536w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1521057813490-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>


<div class="wp-block-post-author"><div class="wp-block-post-author__avatar"><img alt='' src='https://secure.gravatar.com/avatar/5c07a9a9a604bbf4c39e46214610c378bc1aeb317899868122d9c44ebe3dba90?s=48&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/5c07a9a9a604bbf4c39e46214610c378bc1aeb317899868122d9c44ebe3dba90?s=96&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-48 photo' height='48' width='48' /></div><div class="wp-block-post-author__content"><p class="wp-block-post-author__name">Sofia Almeida Bernardo</p></div></div>

<div class="wp-block-post-date__modified-date wp-block-post-date"><time datetime="2026-04-27T22:59:59+00:00">27/04/2026</time></div>


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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Para onde está a olhar? Viés de sobrevivência</title>
		<link>https://sabcomunicar.pt/para-onde-esta-a-olhar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Almeida Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 11:29:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://sabcomunicar.cd4.nka.pt/?p=664</guid>

					<description><![CDATA[O viés de sobrevivência nas decisões de comunicação e negócios O viés de sobrevivência mostra como podemos tomar más decisões quando olhamos apenas para os casos que chegaram ao fim. Na comunicação e nos negócios, isso acontece quando analisamos só clientes ganhos, propostas aceites ou projetos bem-sucedidos. Talvez Hitler tivesse pensado num plano B, se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
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<h2 class="wp-block-heading" id="o-vies-de-sobrevivencia-nas-decisoes-de-comunicacao-e-negocios">O viés de sobrevivência nas decisões de comunicação e negócios</h2>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>O viés de sobrevivência mostra como podemos tomar más decisões quando olhamos apenas para os casos que chegaram ao fim. Na comunicação e nos negócios, isso acontece quando analisamos só clientes ganhos, propostas aceites ou projetos bem-sucedidos.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div class="wp-block-rank-math-toc-block" id="rank-math-toc"><h3>Neste artigo</h3><nav><div><div class=""><a href="#o-vies-de-sobrevivencia-nas-decisoes-de-comunicacao-e-negocios">O viés de sobrevivência nas decisões de comunicação e negócios</a><div><div class=""><a href="#o-problema">O problema do viés de sobrevivência</a></div><div class=""><a href="#a-solucao">A solução de Abraham Wald</a></div><div class=""><a href="#vies-de-sobrevivencia">Como aplicar o viés de sobrevivência à comunicação</a></div></div></div><div class=""><a href="#perguntas-para-identificar-o-vies-de-sobrevivencia">Perguntas para identificar o viés de sobrevivência</a></div></div></nav></div>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Talvez Hitler tivesse pensado num plano B, se soubesse o que Wald ia descobrir mais tarde.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Filho de um padeiro e neto de um rabino, <a href="https://www.ams.org/publicoutreach/feature-column/fc-2016-06" data-type="link" data-id="https://www.ams.org/publicoutreach/feature-column/fc-2016-06" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Abraham Wald</a> estudou matemática em Viena, onde foi investigador. Com a ocupação alemã e um novo diretor nazi, emigrar tornou-se inevitável.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Em Nova Iorque integrou um grupo de pesquisa estatística secreto que contribuía para o esforço de guerra. A contribuição do grupo era feita em &#8220;equações&#8221;.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading" id="o-problema">O problema do viés de sobrevivência</h3>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Naquele dia receberam um pedido dos militares. Precisavam blindar os aviões contra os caças do inimigo. Pensaram que uma equação matemática poderia encontrar o ponto certo.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Mostraram aviões regressados de missões, cobertos de furos de balas nalgumas zonas. A distribuição desses furos não era uniforme. Havia muitos furos nas asas e quase nenhum no motor. A lógica era então blindar mais a zona atingida, certo?</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>A blindagem torna os aviões pesados. Os aviões pesados são mais difíceis de pilotar e gastam mais combustível.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-text-align-left"><em>Blindar de mais é mau. Blindar de menos também é mau. Como podiam tomar a melhor decisão?</em></p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="701" src="https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1595585792931-1024x701.jpg" alt="viés de sobrevivência" class="wp-image-1207" style="width:510px;height:auto" srcset="https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1595585792931-1024x701.jpg 1024w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1595585792931-300x205.jpg 300w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1595585792931-768x526.jpg 768w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1595585792931-1536x1052.jpg 1536w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1595585792931-2048x1402.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading" id="a-solucao">A solução de Abraham Wald</h3>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Wald discordou. O reforço para blindar o avião devia ser onde não havia furos.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>“Onde estavam os furos de bala que faltavam? Estavam nos aviões que faltavam.” O motivo porque os aviões voltavam com poucos furos de balas no motor, era simples: os que tinham sido muito atingidos no motor simplesmente não voltavam.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>E reforçaram a blindagem no motor. Como é que Wald viu o que os outros não viram?</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Porque os outros partiram de um pressuposto: os aviões que voltavam eram uma amostra aleatória de todos os que cumpriam missões. Para um matemático o problema do furo de bala é visto como um fenómeno a que se chama “<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vi%C3%A9s_de_sobreviv%C3%AAncia" target="_blank" data-type="link" data-id="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vi%C3%A9s_de_sobreviv%C3%AAncia" rel="noreferrer noopener">viés de sobrevivência</a>” (uma visão distorcida na observação e análise dos factos identificados).</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading" id="vies-de-sobrevivencia">Como aplicar o viés de sobrevivência à comunicação</h3>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><em>Q</em>uando queremos <a href="https://sabcomunicar.pt/empresas/" data-type="page" data-id="28">desenvolver um projeto, uma marca, um serviço</a>, é comum estudar-se o perfil que se está a atrair, o público que se conquistou, E estudar os que não ficam? Que informação nos pode dar?</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Quantas ideias foram arrumadas porque não funcionaram logo? Que critérios usámos para concluir que não funcionaram?</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>É importante ver o que corre bem, focarmo-nos nos clientes que atraímos, nos projetos onde fomos bem-sucedidos. E é igualmente importante fazer as perguntas que nos ajudam a ver o nosso viés de sobrevivência.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Sempre que envio uma proposta peço uma resposta. Pode vir algum tempo depois, mas preciso saber se já decidiram e, se a opção foi outra, qual o principal motivo. 90% das vezes consigo. Todas as respostas me ajudam a situar e saber onde tenho que reforçar a blindagem. Isto exige organização, resiliência e muito foco. É fácil deixar esquecido no fundo de tudo.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Mesmo no passado, em <a href="https://sabcomunicar.pt/pessoas/" data-type="page" data-id="399">processos de recrutamento</a> pedi sempre feedback, para saber se a escolha foi financeira, experiência, formação ou outra. E o que recebi foi sempre útil para me situar e orientar a estratégia que tinha.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1595530061905-1024x682.jpg" alt="Abraham Wald e viés de sobrevivência" class="wp-image-1206" style="width:494px;height:auto" srcset="https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1595530061905-1024x682.jpg 1024w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1595530061905-300x200.jpg 300w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1595530061905-768x512.jpg 768w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1595530061905-1536x1023.jpg 1536w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1595530061905-2048x1364.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>É comum olharmos para o que funcionou. Em fases como esta que vivemos é importante perceber se com outra &#8220;blindagem&#8221; outras coisas podiam ter funcionado.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>O que é que conseguiu aprender com o que não funcionou? Está a focar-se nas pessoas certas? A estratégia está orientada para si ou para o público que procura? A si parece-lhe claro, mas para os outros a <a href="https://sabcomunicar.pt/empresas/" data-type="page" data-id="28">mensagem está igualmente fácil de entender</a>?</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" id="perguntas-para-identificar-o-vies-de-sobrevivencia">Perguntas para identificar o viés de sobrevivência</h2>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Antes de concluir que uma ideia não funciona, vale a pena perguntar: que dados ficaram de fora? Que pessoas não responderam? Que propostas não avançaram? Que clientes não regressaram?<br>O viés de sobrevivência não serve apenas para analisar aviões, números ou estatísticas. Também ajuda a perceber onde a comunicação pode estar a falhar e que sinais continuam invisíveis porque não chegam até nós.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Agora que muitas das coisas que &#8220;funcionavam&#8221; deixaram de &#8220;poder funcionar&#8221;, para onde está a olhar?</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>


<div class="wp-block-post-author"><div class="wp-block-post-author__avatar"><img alt='' src='https://secure.gravatar.com/avatar/5c07a9a9a604bbf4c39e46214610c378bc1aeb317899868122d9c44ebe3dba90?s=48&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/5c07a9a9a604bbf4c39e46214610c378bc1aeb317899868122d9c44ebe3dba90?s=96&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-48 photo' height='48' width='48' /></div><div class="wp-block-post-author__content"><p class="wp-block-post-author__name">Sofia Almeida Bernardo</p></div></div>

<div class="wp-block-post-date__modified-date wp-block-post-date"><time datetime="2026-04-27T22:59:21+00:00">27/04/2026</time></div>


<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como podem as empresas e os assessores de imprensa ser mais úteis para os jornalistas?</title>
		<link>https://sabcomunicar.pt/comunicar-com-jornalistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Almeida Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Apr 0202 13:29:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assessoria de imprensa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://sabcomunicar.cd4.nka.pt/?p=685</guid>

					<description><![CDATA[Dicas para captar a atenção dos media sem se tornar irritante. Uma das perguntas mais &#8220;espantosas&#8221; que me fizeram foi sobre um convite a jornalistas para uma apresentação à imprensa.&#160;Se isso existia. E qual seria o investimento. Naquele caso o investimento seria o valor do pequeno-almoço para o grupo. O tema era relevante e inovador. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Dicas para captar a atenção dos media sem se tornar irritante.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div class="wp-block-rank-math-toc-block" id="rank-math-toc"><h3>Neste artigo</h3><nav><ul><li class=""><a href="#porque-e-tao-importante-comunicar-bem-com-jornalistas">Porque é tão importante comunicar bem com jornalistas?</a></li><li class=""><a href="#comunicar-com-jornalistas">Comunicar com jornalistas</a></li><li class=""><a href="#como-melhorar-a-comunicacao-sugestoes-de-jornalistas">Como melhorar a comunicação? Sugestões de jornalistas</a></li><li class=""><a href="#8-estrategias-para-enviar-emails-mais-eficazes">8 estratégias para enviar emails mais eficazes</a></li><li class=""><a href="#o-que-devem-evitar-as-empresas-quando-contactam-jornalistas">O que devem evitar as empresas quando contactam jornalistas?</a></li><li class=""><a href="#resumo-pratico-para-empresas-e-assessores-de-imprensa">Resumo prático para empresas e assessores de imprensa</a></li></ul></nav></div>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Uma das perguntas mais &#8220;espantosas&#8221; que me fizeram foi sobre um convite a jornalistas para uma apresentação à imprensa.&nbsp;<strong>Se isso existia. E qual seria o investimento.</strong></p>



<p>Naquele caso o investimento seria o valor do pequeno-almoço para o grupo.</p>



<p>O tema era relevante e inovador. Tecnologia única desenvolvida por portugueses em Portugal, a partir de materiais tipicamente portugueses, exportada para clientes mundiais de referência. Despertava o interesse de vários sectores dos media – economia, ciência, tecnologia.</p>



<p>Os meus interlocutores, especialistas nessa tecnologia, pouco habituadas a estes mundos da comunicação, insistiam em saber o investimento total.&nbsp;<strong>Até que percebi que, para eles, uma apresentação à imprensa teria de ser paga, para ter público.</strong></p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-text-align-center"><em>É positivo termos experiências diferentes. São elas que nos permitem entender o mundo aos olhos dos outros.</em></p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Ter estado no jornalismo e na <a href="https://sabcomunicar.pt/empresas/" data-type="page" data-id="28">comunicação empresarial</a> facilita-me a vida quando preciso fazer a ponte entre os dois. Li o estudo &#8220;<a href="https://www.cision.pt/recursos/whitepapers/estudo-global-2025-estado-dos-media/" target="_blank" data-type="link" data-id="https://www.cision.pt/recursos/whitepapers/estudo-global-2025-estado-dos-media/" rel="noreferrer noopener">Estado dos Media</a>&#8220;, que a Cision publicou recentemente, onde identifica ideias importantes para as empresas e os <a href="https://sabcomunicar.pt/empresas/" data-type="page" data-id="28">assessores de imprensa</a> que se querem relacionar com jornalistas.</p>



<p>Porque acredito que nos entendemos melhor quando <a href="https://sabcomunicar.pt/comunicar-melhor-com-clientes/" data-type="post" data-id="642">compreendemos o mundo dos “outros”</a>, neste caso dos jornalistas e dos <em>media</em>, fiz uma seleção das respostas dos jornalistas e das ideias deste estudo, que considero mais relevantes.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" id="porque-e-tao-importante-comunicar-bem-com-jornalistas">Porque é tão importante comunicar bem com jornalistas?</h2>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Os jornalistas recebem muitas propostas, emails e pedidos de atenção. Para uma empresa ou assessor de imprensa, comunicar bem com jornalistas significa respeitar o tempo, o tema, o público e o contexto editorial de cada órgão de comunicação.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" id="comunicar-com-jornalistas">Comunicar com jornalistas</h2>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><em>E-mail, e-mail, e-mail. Utilize o e-mail para contactar os jornalistas. Dito pelos próprios. Com a carga de trabalho, só assim é possível gerir e garantir que não se perde informação.</em></p>



<p><em>Enviar informações concisas por e-mail, com recursos incluídos que não expirem&nbsp;</em>(fugir do wetransfer versão gratuita)&nbsp;<em>e ser limitado no follow-up&nbsp;</em>(uma vez é suficiente).<em></em></p>



<p><em>Garantir que o conteúdo é 100% correto é mais importante que o retorno, exclusividade, ou ser o primeiro a publicar.</em> Esta preocupação continua atual: a Cision destaca a relevância, a precisão e a confiança como temas centrais na<a href="https://news.cision.com/pt/cision-portugal/r/o-estado-dos-media-em-2025-revela-um-ponto-de-viragem-para-a-confianca--a-tecnologia-e-as-parcerias-%2Cc638858317850000000" target="_blank" data-type="link" data-id="https://news.cision.com/pt/cision-portugal/r/o-estado-dos-media-em-2025-revela-um-ponto-de-viragem-para-a-confianca--a-tecnologia-e-as-parcerias-%2Cc638858317850000000" rel="noreferrer noopener"> relação entre jornalistas e profissionais de comunicação</a>.</p>



<p><em>Ter um convidado/especialista disponível para uma entrevista online é mais útil do que nunca.</em></p>



<p><em>É importante distanciar-se da perspectiva de qualquer marca para a qual possa estar a trabalhar e pensar se alguém que nunca ouviu falar dessa marca se vai interessar pela história que está a comunicar, por exemplo.</em></p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-text-align-center"><strong><em>Tente ler a informação que vai enviar com os olhos de um repórter.</em></strong></p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>


<div class="wp-block-image is-style-default">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1594141225557-1024x683.jpg" alt="comunicar com jornalistas" class="wp-image-1204" style="width:672px;height:auto" srcset="https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1594141225557-1024x683.jpg 1024w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1594141225557-300x200.jpg 300w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1594141225557-768x512.jpg 768w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1594141225557-1536x1024.jpg 1536w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1594141225557-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" id="como-melhorar-a-comunicacao-sugestoes-de-jornalistas">Como melhorar a comunicação? Sugestões de jornalistas</h2>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>“A inclusão de dados ou recursos que um escritor possa investigar para contextualizar e um ângulo exclusivo que apresente uma ideia maior da história. Não me fale somente do cliente.”</p>



<p>“Não comunique “ideias” que são descaradamente para servir os seus clientes. Comunique uma tendência em que eles se encaixam ou ofereça os seus conhecimentos sobre um assunto sobre o qual eu possa estar a escrever.”</p>



<p>“Diga-me diretamente, em uma ou duas frases, porque é que é importante o público saber isto – não apenas porque é importante para a empresa ou cliente.”</p>



<p>“O mais importante é conhecer-me a mim, a minha publicação e os meus leitores e propor soluções que nos ajudem a criar grandes conteúdos, que gerem visualizações.”</p>



<p>“Não me incomode com tópicos não relacionados – estou a carregar na tecla ‘lixo’ mais rapidamente para limpar a minha caixa de correio.”</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-text-align-center"><strong><em>Se recebesse entre 51 a 100 emails por semana a apresentar &#8220;ideias novas&#8221;, a quantos conseguia responder em dois dias?&nbsp;</em></strong><em>25% dos jornalistas que responderam ao estudo recebem esses emails.</em></p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" id="8-estrategias-para-enviar-emails-mais-eficazes">8 estratégias para enviar emails mais eficazes</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>Mantenha os e-mails breves e vá direto ao assunto</em></li>



<li><em>Forneça todos os materiais necessários para a história, incluindo imagens e links. Parta do princípio de que eles não vão responder ao seu e-mail, mas vão escrever uma história com base em toda a informação incluída no seu e-mail.</em></li>



<li><em>Inclua o press release para fornecer contexto adicional.</em></li>



<li><em>Seja estratégico nos links que incluir.</em></li>



<li><em>Forneça um timing. Esta notícia está embargada? Certifique-se que a notícia ainda não é pública.</em></li>



<li><em>Se for possível oferecer uma entrevista, torne isso claro.</em></li>



<li><em>Certifique-se que os links funcionam fora da sua organização.</em></li>
</ul>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" id="o-que-devem-evitar-as-empresas-quando-contactam-jornalistas">O que devem evitar as empresas quando contactam jornalistas?</h2>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>As empresas devem evitar contactos genéricos, temas pouco relevantes, insistência excessiva e mensagens centradas apenas no interesse da marca. Para captar a atenção dos jornalistas, a informação deve ser clara, útil, correta e adequada ao público do órgão de comunicação.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" id="resumo-pratico-para-empresas-e-assessores-de-imprensa">Resumo prático para empresas e assessores de imprensa</h2>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Para serem mais úteis aos jornalistas, empresas e assessores de imprensa devem enviar informação relevante, correta, breve e contextualizada. O objetivo não é apenas divulgar uma marca, mas ajudar o jornalista a perceber porque é que aquele tema interessa ao seu público.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Das ideias que leu,&nbsp;<strong>qual destas sugestões lhe chamou mais a atenção? O que é que vai fazer diferente amanhã?</strong></p>



<p>Se este tema é importante para a sua empresa, conheça também os <a href="https://sabcomunicar.pt/empresas/" data-type="page" data-id="28">serviços de comunicação e assessoria</a> de imprensa da SAB Comunicar.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>PS: Partilhe este artigo com um amigo, cliente ou colega que precisa conhecer estas estratégias.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>


<div class="wp-block-post-author"><div class="wp-block-post-author__avatar"><img alt='' src='https://secure.gravatar.com/avatar/5c07a9a9a604bbf4c39e46214610c378bc1aeb317899868122d9c44ebe3dba90?s=48&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/5c07a9a9a604bbf4c39e46214610c378bc1aeb317899868122d9c44ebe3dba90?s=96&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-48 photo' height='48' width='48' /></div><div class="wp-block-post-author__content"><p class="wp-block-post-author__name">Sofia Almeida Bernardo</p></div></div>

<div class="wp-block-post-date__modified-date wp-block-post-date"><time datetime="2026-04-27T22:59:49+00:00">27/04/2026</time></div>


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