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	<title>SAB Comunicar</title>
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	<description>Consultoria de comunicação</description>
	<lastBuildDate>Wed, 09 Sep 2026 14:05:24 +0000</lastBuildDate>
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	<title>SAB Comunicar</title>
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		<title>Assessoria de imprensa para empresas: quando existe uma história relevante para os media</title>
		<link>https://sabcomunicar.pt/assessoria-de-imprensa-para-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SAB Comunicar]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 13:34:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assessoria de imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria de imprensa]]></category>
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		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
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					<description><![CDATA[Perceba o que torna uma história relevante para os media, como funciona a assessoria de imprensa e o que a empresa deve preparar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://sabcomunicar.pt/empresas/">assessoria de imprensa para empresas</a> ajuda a transformar conhecimento, decisões e acontecimentos em histórias com interesse editorial. O trabalho começa na pergunta que costuma ficar esquecida: porque haveria um jornalista de contar isto agora?<br>E esta pergunta precisa ser respondida muito antes de se começar a escrever o comunicado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma empresa pode ter um bom produto, pessoas competentes e novidades internas. A comunicação social e os jornalistas avaliam outra coisa: relevância para o público, oportunidade, novidade, impacto e credibilidade das fontes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando há matéria editorial, a assessoria organiza o ângulo, prepara informação e porta-vozes e cria uma relação profissional com os meios adequados. Quando essa matéria ainda não existe, o trabalho sério de uma assessoria de imprensa é dizer isso ao cliente e procurar um caminho melhor.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">O que torna uma história relevante para os media</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Uma notícia empresarial ganha força quando sai do umbigo da marca e entra na vida de quem lê, ouve ou vê. Num contexto em que o interesse pelas notícias tem vindo a diminuir, essa relevância é ainda mais importante. Segundo o <a href="https://reutersinstitute.politics.ox.ac.uk/digital-news-report/2026/dnr-executive-summary" target="_blank" rel="noopener">Digital News Report 2026 do Reuters Institute</a>, a proporção de pessoas extremamente ou muito interessadas em notícias caiu, em média, 13 pontos percentuais desde 2021 nos mercados analisados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há vários sinais de relevância:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>apresenta dados novos sobre um setor ou comportamento</li>



<li>responde a uma mudança que afeta clientes, profissionais ou sociedade</li>



<li>mostra uma inovação com aplicação concreta</li>



<li>anuncia uma decisão com impacto verificável</li>



<li>oferece conhecimento especializado para explicar um tema atual</li>



<li>inclui pessoas, consequências e contexto</li>
</ul>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">Um exemplo real: a EY e o regresso ao escritório na era da IA</h3>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>Em agosto de 2026, a EY UK pediu a profissionais mais jovens da área de consultoria que aumentassem a presença no escritório. A decisão tornou-se notícia porque foi ligada a um tema com impacto muito para além da própria empresa: à medida que a inteligência artificial (IA) assume mais tarefas técnicas, competências humanas como empatia, comunicação, storytelling e liderança ganham importância no desenvolvimento de profissionais em início de carreira. O tema foi noticiado por meios como o </em><a href="https://www.thetimes.com/business/companies-markets/article/ey-pushes-staff-back-to-office-wfh-develop-interpersonal-skills-6s7hbh9zb" target="_blank" rel="noopener"><em>The Times</em></a><em> e o </em><a href="https://www.scottishfinancialnews.com/articles/junior-staff-to-return-to-office-to-sharpen-human-skills-as-ai-advances" target="_blank" rel="noopener"><em>Scottish Financial News</em></a><em>.</em></p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://lnkd.in/p/ettatb4r" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="526" height="846" src="https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/SAB_EY-e-noticia-no-Financial-Times.png" alt="recorte publicação de Linkedin com exemplo de assessoria de imprensa para empresas" class="wp-image-3039" srcset="https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/SAB_EY-e-noticia-no-Financial-Times.png 526w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/SAB_EY-e-noticia-no-Financial-Times-187x300.png 187w" sizes="(max-width: 526px) 100vw, 526px" /></a></figure>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui, a notícia não é apenas “a EY quer mais pessoas no escritório”. O interesse editorial está na razão apresentada para essa decisão e na ligação a uma discussão atual sobre IA, competências humanas e futuro do trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Lançámos um novo serviço&#8221; descreve um acontecimento da empresa. &#8220;Empresas portuguesas estão a mudar a forma como integram novos profissionais, e estes dados mostram porquê&#8221; abre uma conversa mais ampla<em>.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O serviço pode fazer parte da história, mas precisa de uma razão editorial que exista para além da venda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também importa o momento. Um estudo sobre férias enviado em novembro perdeu o comboio. Um especialista que comenta uma alteração regulatória uma semana depois de todos os comentadores já terem explicado o tema na comunicação social chega tarde. A relevância depende do conteúdo e do calendário.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">O que faz uma assessoria de imprensa para empresas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A assessoria de imprensa para empresas liga três mundos: o conhecimento da organização, os critérios editoriais e as necessidades do público.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Diagnóstico de temas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho identifica acontecimentos, dados, especialistas, projetos, mudanças e histórias humanas com potencial. Nem tudo deve sair num comunicado. Algumas ideias funcionam melhor como comentário, entrevista, artigo de opinião ou contacto individual com um jornalista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Construção do ângulo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um ângulo responde ao que aconteceu, porque importa agora, quem é afetado e que evidência existe. A clareza protege a história da linguagem promocional e ajuda a escolher o meio certo. É o que faz a diferença entre ser considerado um conteúdo patrocinado ou editorial. O primeiro vai exigir investimento financeiro no meio de comunicação social e é tratado com a equipa comercial, o segundo é gratuito e é tratado com o jornalista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Preparação de materiais</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Comunicados, notas de imprensa, dossiers, biografias, perguntas e respostas, imagens e dados devem facilitar a verificação. Um material bonito com informação vaga só acrescenta trabalho para o jornalista e, se o tema não for muito impactante, pode não haver tempo ou jornalistas disponíveis para isso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Relação com jornalistas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma base de contactos precisa de critérios. A assessoria acompanha áreas editoriais, formatos e interesses profissionais. Enviar a mesma mensagem a uma lista enorme pode aumentar os envios mas reduzir a confiança.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Preparação de porta-vozes</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma entrevista exige mensagens claras, exemplos, dados confirmados e disponibilidade para perguntas difíceis. O porta-voz precisa conhecer a história e o papel que tem nela, sem decorar um discurso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Acompanhamento e avaliação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação depende da decisão editorial do meio. A assessoria de imprensa para empresas acompanha contactos, responde a pedidos, corrige informação e regista resultados. Avalia qualidade e adequação da cobertura jornalística, e não apenas o número de links e referências.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">Quando faz sentido procurar apoio externo</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A assessoria de imprensa para empresas pode apoiar a organização em diferentes fases.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Lançamento ou mudança relevante</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma nova solução, investimento, parceria, expansão, estudo ou mudança de liderança pode ter interesse quando existe impacto para o mercado ou para a comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conhecimento que ajuda a explicar a atualidade</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Especialistas internos podem contribuir para temas em debate. Para isso, precisam de disponibilidade, ângulos úteis e capacidade para explicar sem transformar cada resposta numa apresentação comercial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Falta de estrutura interna</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa tem histórias, mas ninguém recolhe dados, valida informação, prepara porta-vozes ou mantém relações com jornalistas. O apoio externo pode criar método e responsabilidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Momento sensível</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mudanças, incidentes ou decisões difíceis exigem mensagens coerentes e rapidez. A assessoria de imprensa articula-se aqui com comunicação de crise, liderança e equipas jurídicas, quando aplicável.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Objetivo de reputação a médio prazo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma presença credível nos media constrói-se com consistência. Uma notícia isolada pode ajudar. Uma relação contínua exige temas, disponibilidade e respeito pelos critérios editoriais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exemplos de resultados de assessoria de imprensa da SAB Comunicar</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Estes princípios são também aplicados em projetos de clientes da SAB Comunicar. Consulte <a href="https://sway.cloud.microsoft/0LctUv64GALBGmtV" target="_blank" rel="noopener">exemplos de casos reais de assessoria de imprensa para empresas da SAB Comunicar</a> que deram origem a notícias e veja como diferentes temas foram transformados em histórias com interesse editorial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A assessoria tem menos utilidade quando o único objetivo é &#8220;aparecer&#8221; ou quando não existe informação que possa ser confirmada. O diagnóstico inicial serve precisamente para separar a vontade da oportunidade.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">O que a empresa precisa de preparar</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho avança melhor quando a organização sabe quem decide, quem confirma os factos e quem pode falar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes do primeiro contacto com os media, convém preparar:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. Objetivo de comunicação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Defina o que a empresa quer tornar compreensível e para que públicos. A cobertura mediática pode apoiar reputação, conhecimento, confiança ou explicação de uma mudança. Cada objetivo pode ter indicadores diferentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. Factos e prova</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Reúna dados, datas, fontes, documentos, exemplos e autorização para divulgar. Números sem método ou contexto fragilizam a proposta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. Porta-voz</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Escolha quem domina o tema e consegue falar de forma clara. O cargo mais alto nem sempre é a melhor pessoa para todas as histórias.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. Processo de validação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Estabeleça quem aprova os materiais e em quanto tempo. Uma resposta que demora três dias pode perder uma oportunidade editorial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5. Expectativas realistas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nenhuma assessoria séria garante publicação. Pode garantir trabalho, preparação, critério, contactos adequados e acompanhamento. A decisão final pertence sempre ao meio. Lembre-se que o jornal ou revista, a rádio, a televisão ou o portal são propriedade da organização que os detém e gere. A decisão de publicação será sempre do editor e o conteúdo também. É uma relação de namoro. Não é uma relação de fornecedor-cliente.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">Como avaliar uma proposta de assessoria de imprensa para empresas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Uma boa proposta explica o problema, o âmbito e a forma de trabalhar. Antes de escolher, confirme estes pontos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conhecimento do negócio e do setor</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A equipa deve compreender o que a empresa faz, quem precisa de ouvir a mensagem e que temas já ocupam o espaço mediático.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Critério editorial</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Pergunte como são escolhidos ângulos e jornalistas. Uma promessa baseada apenas no tamanho da base de dados diz pouco sobre qualidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Preparação interna</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Confirme se o trabalho inclui recolha de informação, mensagens, materiais e preparação de porta-vozes. A relação com os media começa dentro da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Processo e responsabilidades</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta deve definir entregáveis, calendário, validações, contactos e resposta a oportunidades. Sem este mapa, o urgente toma conta do projeto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Medição</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Avalie a adequação dos meios, a qualidade das mensagens, o alcance potencial, contactos gerados e contributo para objetivos de reputação. O valor não cabe num único número.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">Transformar conhecimento em interesse editorial</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A assessoria de imprensa para empresas funciona quando existe uma ponte entre o que a organização sabe e o que o público precisa de compreender.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa ponte exige factos, oportunidade, mensagens claras, porta-vozes preparados e respeito pelo trabalho jornalístico. Também exige coragem para abandonar um comunicado sem notícia e investir numa história melhor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://sabcomunicar.pt/">SAB Comunicar</a> ajuda empresas a identificar ângulos, preparar materiais, trabalhar com porta-vozes e criar relações profissionais com os media. <a href="https://sabcomunicar.pt/contactos-sab-comunicar/">Explique-nos o contexto e o objetivo</a>. Uma conversa inicial permite perceber se existe matéria editorial e qual o apoio adequado.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>


<div class="wp-block-post-author-name">SAB Comunicar</div>

<div class="wp-block-post-date"><time datetime="2026-09-09T13:34:19+00:00">09/09/2026</time></div>


<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Consultoria de comunicação para empresas: quando faz sentido e o que deve resolver</title>
		<link>https://sabcomunicar.pt/consultoria-de-comunicacao-para-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SAB Comunicar]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 09:11:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria de imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[formação]]></category>
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					<description><![CDATA[Perceba quando a consultoria de comunicação faz sentido, que problemas deve resolver e como preparar um projeto útil. Um guia para empresas que procuram clareza e resultados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A consultoria de comunicação para empresas faz sentido quando existe um objetivo de negócio claro, mas as mensagens, os canais e as responsabilidades não estão alinhados. Quando se comunica e sente que falta estratégia, avaliação de resultados, critérios para definir o que entra e o que não entra. Também pode apoiar uma fase de mudança, crescimento, lançamento, divulgação ou mudanças internas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Começamos por diagnosticar o problema. Depois, transformamos conteúdos dispersos num plano, com mensagens definidas e critérios para a equipa comunicar com consistência. O resultado esperado é uma comunicação mais útil para clientes, colaboradores, parceiros e com mais impacto.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">Sinais de que a empresa precisa de consultoria de comunicação</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns problemas aparecem como pedidos de conteúdo, mas têm origem na estratégia, nas mensagens ou no processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A proposta de valor muda conforme a pessoa que fala</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A equipa comercial explica uma coisa, o website apresenta outra e as redes acrescentam uma terceira versão. A empresa perde consistência e obriga o público a fazer o trabalho de interpretação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Existem muitas ações sem prioridade</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Publicam-se conteúdos, criam-se apresentações e enviam-se comunicados, mas falta uma pergunta comum: que objetivo deve esta ação apoiar? A atividade aumenta sem existir um critério para escolher que se publica ou não.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uma mudança importante precisa de ser explicada</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma nova liderança, uma fusão, um lançamento, uma crise ou uma entrada noutro mercado exige mensagens claras e preparação de quem comunica e de quem recebe a notícia. Quando se improvisa o risco de aparecer “muito barulho” à volta é maior.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Os especialistas conhecem o tema, mas têm dificuldade em traduzi-lo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Equipas técnicas dominam o conteúdo e podem precisar de apoio para o tornar compreensível, relevante e útil para clientes, jornalistas ou decisores.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>As oportunidades de visibilidade não se transformam em valor</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa recebe convites, tem conhecimento e histórias, mas falta um ângulo, um porta-voz preparado ou uma relação mais consistente e continuada com a comunicação social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estes sinais podem justificar um diagnóstico, um projeto com início e fim ou acompanhamento especializado em momentos específicos.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">O que uma consultoria de comunicação deve resolver</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A intervenção certa depende da causa do problema. Uma consultoria de comunicação para empresas pode atuar em diferentes níveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Estratégia e prioridades</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Define públicos, objetivos, mensagens, canais e critérios de decisão. Este trabalho ajuda a <a href="https://www.oecd.org/en/publications/oecd-report-on-public-communication_22f8031c-en/full-report/towards-a-more-effective-use-of-public-communication-key-governance-pillars_aff33f93.html?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" data-type="link" data-id="https://www.oecd.org/en/publications/oecd-report-on-public-communication_22f8031c-en/full-report/towards-a-more-effective-use-of-public-communication-key-governance-pillars_aff33f93.html?utm_source=chatgpt.com" rel="noreferrer noopener">evitar ações soltas ou avulsas</a>, e a concentrar recursos no que pode produzir mais resultados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mensagens e conteúdos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Transforma conhecimento técnico ou disperso em propostas de valor, páginas de website, artigos, apresentações, materiais comerciais e conteúdos úteis para cada público.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Assessoria de imprensa</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Identifica temas com interesse editorial, prepara ângulos, comunicados e porta-vozes e estabelece uma relação profissional com os media. A publicação de notícias&nbsp; depende da relevância do tema e contexto no momento da comunicação; nenhuma consultoria séria promete publicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Formação para equipas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Desenvolve competências para apresentar ideias, adaptar mensagens, comunicar com clientes e lidar com conversas difíceis. A formação faz sentido quando o desafio depende do comportamento e da prática diária e consciente da forma como cada colaborador comunica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Processos e responsabilidades</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Clarifica quem recolhe informação, quem valida, quem publica e como se avaliam resultados. Muitas falhas atribuídas ao conteúdo começam num processo sem responsáveis ou prazos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A solução pode combinar estas áreas. O essencial é manter a ligação entre o objetivo comercial, a experiência das pessoas e a comunicação que chega ao público.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">Como funciona um projeto de consultoria de comunicação</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto deve adaptar-se ao desafio, mas uma sequência simples ajuda a manter o trabalho objetivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. Diagnóstico</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A consultoria recolhe informação sobre objetivos, públicos, mensagens, canais, conteúdos, processos e resultados. Entrevistas, documentos e dados existentes ajudam a distinguir perceções de evidência.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. Prioridades</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nem tudo precisa de ser resolvido ao mesmo tempo. O diagnóstico permite escolher os problemas com mais impacto e definir o que fica fora do projeto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. Estratégia e mensagens</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta fase, define-se o posicionamento, as mensagens principais,os&nbsp; argumentos e critérios para adaptar a comunicação a cada público.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. Plano de ação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As decisões passam para canais, conteúdos, responsáveis, calendário e indicadores. O plano deve caber nos recursos reais da organização. Aqui avalia-se se queremos meter o Rossio na Betesga. Uma pessoa não gere um site e cinco redes sociais &#8211; ou pelo menos não gere com estratégia, qualidade e resultados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5. Implementação e capacitação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A consultoria pode produzir materiais, acompanhar a execução ou formar a equipa. O modelo depende da autonomia interna da equipa e da complexidade do trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>6. Avaliação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os indicadores devem corresponder ao objetivo. Pedidos de contacto, propostas, cobertura mediática, utilização de materiais, adesão a uma formação ou redução de erros internos medem coisas diferentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta sequência cria um percurso verificável. A empresa sabe por que razão cada ação existe, quem decide e que resultado será observado.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">Como escolher o apoio certo para a empresa</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de avançar, confirme quatro critérios.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Problema e resultado esperado</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma boa proposta explica o problema a resolver e a mudança desejada. “Melhorar a comunicação” é amplo. “Reduzir inconsistências nas propostas comerciais” ou “preparar a empresa para falar com os media” permite definir trabalho e indicadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conhecimento do contexto</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A consultoria deve compreender o negócio, os públicos, a cultura e os recursos disponíveis. Uma solução copiada de outra empresa cria trabalho extra e raramente ganha adesão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Capacidade para envolver a equipa</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A comunicação acontece em várias áreas. O projeto precisa de ouvir as pessoas certas, esclarecer as responsabilidades e criar ferramentas que a equipa consiga usar depois.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ligação entre estratégia e execução</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um diagnóstico sem aplicação fica na gaveta. Uma sequência de conteúdos sem direção perde coerência. Procure um apoio que ligue as decisões a mensagens, canais, materiais e rotinas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta deve identificar âmbito, entregáveis, calendário, responsabilidades e momentos de validação. Também deve explicar o que fica do lado da consultoria e o que depende da empresa. Esta clareza protege o foco, o tempo e a qualidade do projeto.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="660" src="https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/SAB-Comunicar_reuniao-estrategia-comunicacao-1024x660.jpg" alt="pessoas em reunião. consultoria de comunicação para empresas com equipa a identificar mapa de públicos, mensagens e canais. " class="wp-image-2502" style="width:466px" srcset="https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/SAB-Comunicar_reuniao-estrategia-comunicacao-1024x660.jpg 1024w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/SAB-Comunicar_reuniao-estrategia-comunicacao-300x193.jpg 300w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/SAB-Comunicar_reuniao-estrategia-comunicacao-768x495.jpg 768w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/SAB-Comunicar_reuniao-estrategia-comunicacao-1536x990.jpg 1536w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/SAB-Comunicar_reuniao-estrategia-comunicacao-2048x1320.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Transformar comunicação dispersa num sistema de trabalho</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A consultoria de comunicação para empresas faz sentido quando a falta de clareza começa a afetar decisões, relações ou oportunidades. Um diagnóstico bem conduzido permite separar sintomas de causas e escolher a intervenção mais certa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O passo seguinte pode ser um plano estratégico, uma formação para a equipa, revisão de mensagens, <em>copywriting </em>ou assessoria de imprensa. A solução depende do objetivo, do público e da capacidade interna para executar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://sabcomunicar.pt/empresas" data-type="link" data-id="https://sabcomunicar.pt/empresas">SAB Comunicar</a> apoia empresas em Portugal e equipas internacionais a definir mensagens, conteúdos, formação e relação com os media. Conheça os serviços que temos disponíveis e <a href="https://sabcomunicar.pt/contactos-sab-comunicar/" data-type="page" data-id="77">envie-nos uma mensagem</a> a explicar o seu desafio.</p>



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<div class="wp-block-post-author-name">SAB Comunicar</div>

<div class="wp-block-post-date"><time datetime="2026-08-18T09:11:36+00:00">18/08/2026</time></div>


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		<item>
		<title>Saldo FCT para formação: como investir em comunicação com impacto real</title>
		<link>https://sabcomunicar.pt/saldo-fct-para-formacao-comunicacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SAB Comunicar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 11:13:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[FCT]]></category>
		<category><![CDATA[formação]]></category>
		<category><![CDATA[fundo de compensação]]></category>
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					<description><![CDATA[As empresas com saldo FCT (Fundo de Compensação do Trabalho) podem mobilizar esse valor para financiar qualificação e formação certificada dos trabalhadores. A possibilidade está prevista no regime em vigor e o prazo termina no final de 2026. Para aproveitar bem esta oportunidade é necessário ligar o investimento a problemas reais da equipa, definir resultados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">As empresas com saldo FCT (Fundo de Compensação do Trabalho) podem mobilizar esse valor para financiar qualificação e formação certificada dos trabalhadores. A possibilidade está prevista no regime em vigor e o prazo termina no final de 2026. Para aproveitar bem esta oportunidade é necessário ligar o investimento a problemas reais da equipa, definir resultados esperados e confirmar os requisitos legais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na área da comunicação, esta análise é especialmente importante. “Melhorar a comunicação” pode significar reduzir conflitos, tornar reuniões mais objetivas, preparar líderes para conversas difíceis, melhorar o atendimento ao cliente ou ajudar equipas técnicas a explicar informação complexa. Quanto mais claro estiver o problema, mais útil será a formação, mais fácil será avaliar o seu impacto na organização e nas equipas.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">O que permite o regime do Fundo de Compensação do Trabalho</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://files.diariodarepublica.pt/gratuitos/1s/2023/12/24100.pdf" target="_blank" rel="noopener">Decreto-Lei n.º 115/2023</a> converteu o saldo FCT num fundo contabilisticamente fechado e alargou as finalidades para as quais os empregadores podem mobilizar os saldos. Uma dessas finalidades é o financiamento da qualificação e da formação certificada dos trabalhadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O regime prevê que a mobilização destinada a estas finalidades abranja os trabalhadores da empresa. Também estabelece limites ao número de mobilizações: saldo FCT inferior a 400 000 euros pode ser mobilizados até 2 vezes; saldo FCT superior a esse valor, até 4 vezes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para pedir a mobilização, a entidade empregadora declara, sob compromisso de honra, o montante, a finalidade e os trabalhadores beneficiários. Deve ainda cumprir o dever de auscultação das estruturas representativas dos trabalhadores. Se essas estruturas não existirem, a intenção de mobilização deve ser comunicada aos trabalhadores com 10 dias consecutivos de antecedência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O prazo de utilização merece atenção. Os saldos podem ser mobilizados durante a vigência do regime transitório e a utilização efetiva dos valores deve acontecer até à extinção do saldo FCT, prevista para o final de 2026. Como o enquadramento pode depender da situação de cada empresa, convém confirmar o saldo, o procedimento e os documentos diretamente no <a href="https://www.fundoscompensacao.pt/dl-115/2023-de-15-dez-faq" target="_blank" rel="noopener">portal dos Fundos de Compensação</a> e junto das áreas jurídica, financeira ou contabilística.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">Antes de escolher a formação, identificar o problema certo</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Uma verba disponível pode criar a tentação de começar pelo catálogo.<br>A pergunta mais útil, que sugerimos que faça, é outra: que dificuldade de comunicação está a ter impacto no trabalho?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns sinais aparecem no dia a dia:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>conflitos que se repetem entre equipas ou departamentos</li>



<li>líderes que adiam feedback ou conversas difíceis</li>



<li>reuniões longas sem decisões claras</li>



<li>mensagens internas que geram dúvidas e versões diferentes</li>



<li>apresentações técnicas que os públicos não especializados não compreendem</li>



<li>reclamações de clientes tratadas de forma pouco consistente</li>



<li>equipas comerciais com dificuldade em explicar valor e adaptar a abordagem a cada cliente</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Para estes sinais não serve sempre a mesma resposta. Uma sessão sobre comunicação assertiva pode ser adequada para alguns, mas insuficiente quando o problema está nos processos, nos canais ou na ausência de critérios comuns.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma breve fase de diagnóstico ajuda a separar sintomas e causas. Pode incluir entrevistas com responsáveis, questionários curtos, análise de exemplos reais e identificação das situações que mais exigem mudança. O resultado deve ser uma prioridade concreta, suportada em comportamentos observáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de “melhorar a comunicação da equipa”, o objetivo pode ser “preparar chefias para dar feedback com clareza, ouvir a resposta e definir ações” ou “uniformizar a resposta a reclamações complexas sem perder a personalização”.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/calculadora-1024x683.jpg" alt="pessoa a fazer contas numa calculadora para saldo FCT para formação" class="wp-image-2455" style="width:466px" srcset="https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/calculadora-1024x683.jpg 1024w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/calculadora-300x200.jpg 300w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/calculadora-768x512.jpg 768w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/calculadora-1536x1024.jpg 1536w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/calculadora-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading">5 perguntas para avaliar uma proposta de formação em comunicação</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de adjudicar, vale a pena comparar propostas com base em cinco perguntas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. Que mudança deve acontecer no trabalho?</strong><br>O programa deve explicar o que os participantes devem conseguir fazer depois da formação. Objetivos como estruturar uma conversa difícil, adaptar uma mensagem a diferentes perfis ou apresentar dados a uma direção são mais úteis do que ideias vagas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. Os casos refletem a realidade da empresa?</strong><br>Exercícios próximos das situações reais aumentam a aplicabilidade. Sem expor informação confidencial, a empresa pode fornecer exemplos de reuniões, mensagens, reclamações ou apresentações que representem os desafios mais frequentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. Existe tempo para praticar e receber feedback?</strong><br>Comunicação aprende-se com compreensão, prática e reflexão. Uma proposta equilibrada deve incluir exercícios, simulações, análise de casos e feedback orientado. A componente teórica dá estruturas e estratégias comuns e a prática ajuda a transformar tudo isso em decisões e comportamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. Como vai ser avaliada a aprendizagem?</strong><br>A avaliação pode combinar autoavaliação, observação durante exercícios, planos de aplicação e acompanhamento posterior. O método deve corresponder ao objetivo. Se a prioridade é melhorar apresentações, faz sentido analisar uma apresentação antes e depois. Se o foco são conversas difíceis, podem usar-se simulações com critérios claros.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5. A proposta cumpre os requisitos necessários?</strong><br>Antes da contratação, a empresa deve confirmar se a formação e a documentação associada cumprem as condições aplicáveis à mobilização do saldo FCT. Importa esclarecer elementos como certificação, identificação dos beneficiários, comprovativos de participação, custos elegíveis, faturação e prova da utilização das verbas. Esta validação deve ser feita com as entidades competentes e com os responsáveis internos.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">Do saldo FCT disponível a um plano de formação útil</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Um processo simples pode organizar a decisão em 6 passos.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Consultar a conta global da empresa e confirmar o saldo FCT disponível.</li>



<li>Validar internamente o enquadramento e o calendário, sem esquecer os prazos de consulta ou comunicação aos trabalhadores.</li>



<li>Escolher uma ou duas prioridades de comunicação com impacto no negócio, no serviço ou na colaboração.</li>



<li>Pedir uma proposta que relacione objetivos, conteúdos, metodologia, duração, participantes e avaliação.</li>



<li>Confirmar a elegibilidade e reunir os documentos exigidos antes de submeter o pedido.</li>



<li>Acompanhar a aplicação após a formação, com compromissos simples e momentos de revisão.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Este planeamento evita duas perdas: deixar o saldo FCT por utilizar e investir numa formação que não altera o trabalho. A oportunidade financeira só cria valor quando a aprendizagem responde a uma necessidade reconhecida e passa para a prática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também é útil definir um responsável interno. Essa pessoa articula Recursos Humanos, área financeira, participantes, chefias e entidade formadora. Assim, os requisitos administrativos não ficam separados das decisões pedagógicas.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">Formação em comunicação como investimento, não como tema genérico</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o diagnóstico é claro, a formação em comunicação pode apoiar objetivos muito concretos: melhorar a experiência do cliente, reduzir ruído entre áreas, aumentar a qualidade das decisões, preparar lideranças ou tornar mensagens técnicas mais compreensíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://sabcomunicar.pt/empresas/">SAB Comunicar</a> desenvolve formação para equipas a partir dos desafios reais da organização. O ponto de partida é perceber onde a comunicação falha, quem precisa de fazer algo diferente e que situações devem ser trabalhadas durante a formação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a sua empresa tem saldo no FCT e pretende avaliar uma formação em comunicação, pode <a href="https://sabcomunicar.pt/contactos-sab-comunicar/">pedir uma conversa inicial</a> e uma proposta adaptada. Na mensagem, indique o número aproximado de participantes, os principais desafios, o período pretendido e, se já for conhecido, o enquadramento interno do pedido. Antes da adjudicação, confirme sempre com os responsáveis competentes os requisitos legais, financeiros e de certificação aplicáveis.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>


<div class="wp-block-post-author-name">SAB Comunicar</div>

<div class="wp-block-post-date__modified-date wp-block-post-date"><time datetime="2026-08-13T13:25:23+00:00">13/08/2026</time></div>


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<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pensar melhor antes de responder</title>
		<link>https://sabcomunicar.pt/pensar-melhor-antes-de-responder-3-estrategias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SAB Comunicar]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 14:19:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://sabcomunicar.pt/?p=1396</guid>

					<description><![CDATA[Muitos problemas de comunicação não surgem por falta de argumentos. Surgem porque a resposta aparece antes do pensamento estar organizado. Porque nos falta dedicar tempo a pensar melhor antes de responder. Pensar melhor antes de responder é essencial para uma comunicação eficaz. Responder depressa dá alívio momentâneo. Responder com critério constrói confiança. Pensar melhor antes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Muitos problemas de comunicação não surgem por falta de argumentos. <br>Surgem porque a resposta aparece antes do pensamento estar organizado. Porque nos falta dedicar tempo a pensar melhor antes de responder. Pensar melhor antes de responder é essencial para uma comunicação eficaz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Responder depressa dá alívio momentâneo. Responder com critério constrói confiança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pensar melhor antes de responder ajuda a evitar mal-entendidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante lembrar que pensar melhor antes de responder pode evitar confrontos desnecessários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há uma diferença grande entre “responder” e “reagir”.<br>E, em trabalho, família, escola ou equipa, essa diferença nota-se.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Daniel Kahneman descreve bem a diferença entre <a href="https://www.wook.pt/livro/thinking-fast-and-slow-daniel-kahneman/12628946?srsltid=AfmBOortKzMF3CN3TbcPbnihtpomx_adGvcP99wUp2Aa81CMYyoE2W42" data-type="link" data-id="https://www.wook.pt/livro/thinking-fast-and-slow-daniel-kahneman/12628946?srsltid=AfmBOortKzMF3CN3TbcPbnihtpomx_adGvcP99wUp2Aa81CMYyoE2W42" target="_blank" rel="noreferrer noopener">reação rápida e pensamento deliberado</a></p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">Porque é que a pressa estraga a mensagem</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a pressa entra, costuma acontecer uma destas coisas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>a resposta fica demasiado longa</li>



<li>a explicação tenta chegar a todos os pontos </li>



<li>aparecem justificações que não eram necessárias</li>



<li><a href="https://sabcomunicar.pt/comunicar-com-jornalistas/" data-type="post" data-id="685">o essencial fica escondido</a> no meio de tantas ideias</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Depois disso, há um efeito previsível: a outra pessoa não sabe bem o que fazer com a mensagem.<br>Ou interpreta mal. Ou responde a outra coisa. Ou reage ao tom, em vez de reagir à ideia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é falta de capacidade. É falta de tempo interior. É uma batalha que todos travamos para conseguir captar e manter a atenção do outro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pensar melhor antes de responder não é “ficar parado”.<br>É escolher uma resposta que não cria trabalho extra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, pensar melhor antes de responder é uma habilidade valiosa em qualquer interação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dedicar tempo para pensar melhor antes de responder pode melhorar relacionamentos pessoais e profissionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, praticar o pensar melhor antes de responder é fundamental em discussões delicadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As estratégias para pensar melhor antes de responder são cruciais para a clareza nas comunicações.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><br>3 estratégias para pensar melhor antes de responder</h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1) Faça uma pausa deliberada</strong><br>Se sentir aceleração, respire. Mesmo que seja só uma vez.<br>A pausa é o que separa reação de decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se puder adiar a resposta, adie.<br>Se não puder, adie pelo menos a parte que não é essencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2) Diga primeiro a ideia principal em uma frase</strong><br>Uma frase. Só uma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, o ato de pensar melhor antes de responder deve ser uma prioridade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É o treino mais útil para clareza.<br>E é o que evita que a resposta se torne um texto que “anda às voltas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois, se for preciso, acrescenta detalhe.<br>Mas só depois.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3) Troque afirmações por uma pergunta que cria foco</strong><br>Em vez de explicar mais, pergunte melhor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pergunta simples, com efeito imediato:<br><strong>“O que é essencial resolver aqui?”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ajuda a sair do ruído e a entrar no critério.<br>E, muitas vezes, evita respostas defensivas.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/pexels-mentatdgt-2173508-1024x683.jpg" alt="Orador a falar com grupo focado em captar a atenção" class="wp-image-1445" style="aspect-ratio:1.499330655957162;width:466px;height:auto"/></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Onde aplicar esta semana (escolha 1)</h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Email difícil</strong><br>Antes de responder, escreva a ideia principal em uma frase.<br>Depois envie só isso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a outra pessoa precisar de detalhe, vai pedir.<br>E aí responde com mais contexto, já com foco.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reunião</strong><br>Comece pelo essencial e pare.<br>Deixe as perguntas puxarem o resto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É uma forma simples de manter autoridade: não porque fala muito, mas porque sabe o que é essencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conversa tensa</strong><br>Use uma pergunta para ganhar tempo e foco.<br>“O que é essencial resolver aqui?”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pergunta não é uma fuga. É uma estrutura.<br>E estrutura baixa a tensão.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">Um erro comum que vale a pena evitar </h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a conversa fica difícil, é tentador “provar” que tem razão.<br>E a forma mais comum de tentar provar é explicar mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas explicar mais não é o mesmo que ser claro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se sentir vontade de acrescentar mais um parágrafo, experimente o contrário: volte à frase essencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma frase bem escolhida faz mais do que três explicações.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">Pergunta e micro-ação (2 minutos)</h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pergunta</strong><br>O que muda nesta conversa se eu responder com critério, em vez de responder depressa?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Micro-ação (2 minutos)</strong><br>Escreva a sua resposta ideal em 1 frase.<br>Só depois decide se acrescenta detalhes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ter a mente clara e pensar melhor antes de responder pode fazer a diferença.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um erro comum que vale evitar</strong><br>Em resumo, pensar melhor antes de responder é um passo essencial para uma comunicação bem-sucedida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a conversa fica difícil, é tentador “provar” que tem razão.<br>E a forma mais comum de tentar provar é explicar mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas explicar mais não é o mesmo que ser claro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se sentir vontade de acrescentar mais um parágrafo, experimente o contrário:<br>volte à frase essencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma frase bem escolhida faz mais do que três explicações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se precisar de ajuda a organizar uma mensagem difícil, pode ver aqui <a href="https://sabcomunicar.pt/pessoas/" data-type="link" data-id="https://sabcomunicar.pt/pessoas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">as soluções que temos</a>.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>


<div class="wp-block-post-author"><div class="wp-block-post-author__avatar"><img alt='' src='https://secure.gravatar.com/avatar/5c07a9a9a604bbf4c39e46214610c378bc1aeb317899868122d9c44ebe3dba90?s=48&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/5c07a9a9a604bbf4c39e46214610c378bc1aeb317899868122d9c44ebe3dba90?s=96&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-48 photo' height='48' width='48' /></div><div class="wp-block-post-author__content"><p class="wp-block-post-author__byline">Por</p><p class="wp-block-post-author__name">SAB Comunicar</p></div></div>

<div class="wp-block-post-date__modified-date wp-block-post-date"><time datetime="2026-07-16T16:52:50+00:00">16/07/2026</time></div>


<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Comunicação assertiva nas empresas: como alinhar mensagem, pessoas e resultados</title>
		<link>https://sabcomunicar.pt/comunicacao-assertiva-nas-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SAB Comunicar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 16:53:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://sabcomunicar.pt/?p=1282</guid>

					<description><![CDATA[A comunicação assertiva nas empresas é muitas vezes o que distingue equipas alinhadas de equipas em desgaste. Em muitas empresas, o problema não é falta de competência, nem de empenho. É falta de clareza na comunicação.

Equipas qualificadas, líderes experientes e bons produtos podem perder eficácia quando a mensagem não é clara, quando as conversas difíceis são adiadas ou quando cada pessoa interpreta as orientações à sua maneira. O resultado surge sob a forma de conflitos, desalinhamento, retrabalho e desgaste interno.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<div class="wp-block-rank-math-toc-block" id="rank-math-toc"><h3><br>Índice</h3><nav><ul><li class=""><a href="#o-que-e-e-o-que-nao-e-comunicacao-assertiva-nas-empresas">O que é (e o que não é) comunicação assertiva nas empresas</a></li><li class=""><a href="#porque-falha-a-comunicacao-assertiva-nas-empresas">Porque falha a comunicação assertiva nas empresas</a></li><li class=""><a href="#o-modelo-de-comunicacao-assertiva-nas-empresas">O modelo de comunicação assertiva nas empresas</a><ul></ul></li><li class=""><a href="#situacoes-criticas-onde-a-comunicacao-assertiva-faz-a-diferenca">Situações críticas onde a comunicação assertiva faz a diferença</a><ul></ul></li><li class=""><a href="#erros-frequentes-na-comunicacao-assertiva-nas-empresas">Erros frequentes na comunicação assertiva nas empresas</a></li><li class=""><a href="#como-comecar-a-melhorar-a-comunicacao-na-sua-empresa">Como começar a melhorar a comunicação na sua empresa?</a></li><li class=""><a href="#quando-faz-sentido-procurar-apoio-externo">Quando faz sentido procurar apoio externo?</a></li></ul></nav></div>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">A comunicação assertiva nas empresas é muitas vezes o que distingue equipas alinhadas de equipas em desgaste. Em muitas empresas, o problema não é falta de competência, nem de empenho. É falta de clareza na comunicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Equipas qualificadas, líderes experientes e bons produtos podem perder eficácia quando a mensagem não é clara, quando as conversas difíceis são adiadas ou quando cada pessoa interpreta as orientações à sua maneira. O resultado surge sob a forma de conflitos, desalinhamento, retrabalho e desgaste interno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No trabalho com empresas, este é um padrão recorrente: <a href="https://sabcomunicar.pt/comunicar-com-jornalistas/" data-type="post" data-id="685">quando a comunicação melhora</a> os resultados seguem o mesmo caminho.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading" id="o-que-e-e-o-que-nao-e-comunicacao-assertiva-nas-empresas">O que é (e o que não é) comunicação assertiva nas empresas</h3>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Comunicação assertiva não é falar mais alto, nem dizer tudo o que se pensa sem filtro. Também não é ser rígido ou pouco empático.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Comunicar de forma assertiva é conseguir dizer o que é necessário, com clareza e respeito, assumindo responsabilidade pelo impacto da mensagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Num contexto empresarial, isto traduz-se em:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mensagens claras e alinhadas com os objetivos</li>



<li>Respeito pelas pessoas e pelos papéis</li>



<li>Capacidade de abordar temas difíceis sem criar conflitos desnecessários</li>



<li>Coerência entre o que se diz e o que se faz</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a comunicação é assertiva, as equipas sabem o que se espera delas e sentem-se mais seguras para agir.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/pexels-shvets-production-9052868-1024x683.jpg" alt="mão a escrever no teclado de um computador portátil" class="wp-image-1300" style="width:552px;height:auto"/></figure>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading" id="porque-falha-a-comunicacao-assertiva-nas-empresas">Porque falha a comunicação assertiva nas empresas</h3>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Ao dar formação em diferentes organizações vemos razões que surgem repetidamente:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Líderes que evitam conversas difíceis para “não criar problemas”</li>



<li>Mensagens vagas para agradar a todos</li>



<li>Desalinhamento entre a liderança e as equipas intermédias</li>



<li>Excesso de comunicação escrita para resolver assuntos que exigem conversa</li>



<li>Falta de preparação antes de reuniões importantes</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O que vemos é que as pessoas sabem o que querem dizer, mas não organizam a mensagem nem pensam no impacto que ela vai ter. Sem essa preparação, surgem mal-entendidos, resistências e conflitos evitáveis.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading" id="o-modelo-de-comunicacao-assertiva-nas-empresas">O modelo de comunicação assertiva nas empresas</h3>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Para <a href="https://sabcomunicar.pt/como-podem-as-empresas-e-os-assessores-de-imprensa-ser-mais-uteis-para-os-jornalistas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ajudar empresas a estruturar melhor a sua comunicação</a>, trabalhamos com um modelo simples e prático, aplicável a diferentes contextos organizacionais.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="1-clareza-da-mensagem">1. Clareza da mensagem</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de comunicar, é essencial responder a uma pergunta simples:<br><em>O que é realmente importante que esta pessoa ou equipa compreenda?<br></em>Muitas mensagens falham porque misturam objetivos, justificações e emoções num só discurso.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="2-adaptacao-ao-contexto-e-as-pessoas">2. Adaptação ao contexto e às pessoas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A mesma mensagem pode (e deve) ser adaptada consoante:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o momento</li>



<li>o papel do interlocutor</li>



<li>o impacto esperado</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Adequar não é “adoçar” a mensagem, é torná-la compreensível e eficaz.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="3-responsabilidade-pelo-impacto">3. Responsabilidade pelo impacto</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Comunicar de forma assertiva implica assumir que a forma como dizemos algo <a href="https://sabcomunicar.pt/ideias-que-te-ajudam-a-comunicar-melhor/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">influencia a reação do outro</a>. Não controlamos a resposta, mas somos responsáveis pela clareza e intenção da nossa comunicação.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading" id="situacoes-criticas-onde-a-comunicacao-assertiva-faz-a-diferenca">Situações críticas onde a comunicação assertiva faz a diferença</h3>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h4 class="wp-block-heading" id="feedback-dificil">Feedback difícil</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Erro comum: adiar ou suavizar em excesso.<br>Abordagem assertiva: preparar exemplos concretos, focar comportamentos e impacto, e clarificar expectativas.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="conflitos-entre-equipas">Conflitos entre equipas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Erro comum: evitar a conversa ou tomar partido sem ouvir todos.<br>Abordagem assertiva: criar espaço para diálogo, clarificar interesses e alinhar objetivos comuns.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="alinhamento-de-expectativas">Alinhamento de expectativas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Erro comum: assumir que “ficou claro”.<br>Abordagem assertiva: confirmar entendimentos e responsabilidades de forma explícita.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="mudancas-internas">Mudanças internas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Erro comum: comunicar apenas o “o quê”, sem incluir o “porquê”.<br>Abordagem assertiva: explicar contexto, impacto e próximos passos.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading" id="erros-frequentes-na-comunicacao-assertiva-nas-empresas">Erros frequentes na comunicação assertiva nas empresas</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Resolver tudo por email</li>



<li>Falar de forma demasiado genérica</li>



<li>Adiar conversas desconfortáveis</li>



<li>Confundir empatia com permissividade</li>



<li>Não alinhar discurso entre liderança e equipas</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Estes erros não surgem por falta de intenção, mas por falta de método e preparação.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading" id="como-comecar-a-melhorar-a-comunicacao-na-sua-empresa">Como começar a melhorar a comunicação na sua empresa?</h3>



<ol start="1" class="wp-block-list">
<li>Identificar conversas que têm sido evitadas</li>



<li>Preparar mensagens-chave antes de reuniões importantes</li>



<li>Alinhar líderes quanto à forma e ao conteúdo da comunicação</li>



<li>Desenvolver competências de comunicação nas equipas</li>



<li>Criar uma linguagem comum para feedback e alinhamento</li>
</ol>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quando a <a href="https://www.mckinsey.com/locations/mckinsey-client-capabilities-network/our-work/strategic-and-change-communications/the-communications-exchange/unlocking-organizational-communication-five-ways-to-ignite-employee-engagement" target="_blank" rel="noreferrer noopener">comunicação é tratada de forma estratégic</a><a href="https://www.mckinsey.com/locations/mckinsey-client-capabilities-network/our-work/strategic-and-change-communications/the-communications-exchange/unlocking-organizational-communication-five-ways-to-ignite-employee-engagement" target="_blank" rel="noopener">a</a>, a empresa ganha mais alinhamento, maior clareza na liderança e mais capacidade para mobilizar equipas em torno de objetivos comuns.</strong> A McKinsey destaca precisamente a comunicação como uma alavanca para envolver e mobilizar equipas.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading" id="quando-faz-sentido-procurar-apoio-externo">Quando faz sentido procurar apoio externo?</h3>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Há momentos em que a comunicação não melhora apenas com boa vontade. Uma visão externa ajuda a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Identificar padrões que já passaram despercebidos</li>



<li>Estruturar mensagens e processos</li>



<li>Treinar equipas em contextos reais</li>



<li>Criar alinhamento entre estratégia e prática</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a comunicação é tratada de forma estratégica, deixa de depender apenas da boa vontade individual. Passa a existir mais clareza, mais coerência e mais capacidade de alinhar pessoas, decisões e resultados. É esse trabalho que ajuda <a href="https://sabcomunicar.pt/empresas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">empresas a comunicar</a> melhor por dentro, para funcionarem melhor para fora.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>


<div class="wp-block-post-author"><div class="wp-block-post-author__avatar"><img alt='' src='https://secure.gravatar.com/avatar/5c07a9a9a604bbf4c39e46214610c378bc1aeb317899868122d9c44ebe3dba90?s=48&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/5c07a9a9a604bbf4c39e46214610c378bc1aeb317899868122d9c44ebe3dba90?s=96&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-48 photo' height='48' width='48' /></div><div class="wp-block-post-author__content"><p class="wp-block-post-author__byline">Por </p><p class="wp-block-post-author__name">SAB Comunicar</p></div></div>

<div class="wp-block-post-date__modified-date wp-block-post-date"><time datetime="2026-06-18T21:12:21+00:00">18/06/2026</time></div>


<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>3 ideias para comunicar melhor com clientes</title>
		<link>https://sabcomunicar.pt/comunicar-melhor-com-clientes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SAB Comunicar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 11:02:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vendas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://sabcomunicar.cd4.nka.pt/?p=642</guid>

					<description><![CDATA[Comunicar melhor com clientes não depende apenas de simpatia ou experiência. Depende da forma como se explica o valor, se escuta o que o outro precisa e se ajusta a mensagem ao contexto comercial. Quando uma conversa comercial corre mal, raramente é apenas por causa do preço. Muitas vezes, o problema está na forma como [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Comunicar melhor com clientes não depende apenas de simpatia ou experiência. Depende da forma como se explica o valor, se escuta o que o outro precisa e se ajusta a mensagem ao contexto comercial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando uma conversa comercial corre mal, raramente é apenas por causa do preço. Muitas vezes, o problema está na forma como se apresenta a proposta, na falta de clareza sobre o benefício e na dificuldade em responder às dúvidas sem impaciência. É aqui que a comunicação comercial faz diferença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se me casasse de novo cada vez que oiço esta resposta, já teria ultrapassado a Zsa Zsa Gabor! Habitualmente ela vem seguida de outras frases, igualmente preciosas:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não tenho paciência para discutir o preço a toda a hora.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“</em>Os clientes não percebem que vão ter um serviço com muita qualidade.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É muito cansativo estar sempre a ouvir palpites do cliente e explicar por que é melhor fazermos como eu sugeri.”</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1596737996180-1024x683.jpg" alt="profissional a comunicar melhor com clientes em contexto comercial" class="wp-image-1208" style="width:509px;height:auto" srcset="https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1596737996180-1024x683.jpg 1024w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1596737996180-300x200.jpg 300w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1596737996180-768x512.jpg 768w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1596737996180-1536x1024.jpg 1536w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1596737996180-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Há tantas profissões em que não se contacta com clientes. É só escolher uma</em>. É isto que, por instinto, me apetece responder quando oiço aquelas frases. Mas não respondo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também não ia resolver o problema. Estas questões e os mesmos comentários passavam a ser sobre os colegas dos outros departamentos, os fornecedores e os parceiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://sabcomunicar.pt/empresas/" data-type="link" data-id="https://sabcomunicar.pt/empresas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Se tem um papel comercial</a>, lida com o cliente e nunca fez formação em abordagem comercial, destaco 3 ideias essenciais para ter mais sucesso nesta área.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1596738223642-1024x1024.jpg" alt="profissional a comunicar melhor com clientes em contexto comercial" class="wp-image-1209" style="width:466px;height:auto" srcset="https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1596738223642-1024x1024.jpg 1024w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1596738223642-300x300.jpg 300w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1596738223642-150x150.jpg 150w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1596738223642-768x768.jpg 768w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1596738223642.jpg 1500w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">1. Comece pela necessidade do cliente</h3>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">O que importa é que “eles” precisam – os clientes. Qual é a necessidade que querem resolver? Em que é que este serviço/produto os ajuda?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Simples e complexo. Simples de entender. Complexo de fazer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas conversas comerciais falham aqui. A empresa conhece tão bem o que faz que deixa de reparar que o cliente ainda não acompanha o raciocínio. Quanto mais clara for a ligação entre necessidade, solução e benefício, mais fácil será gerar confiança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu sei que sabe que é assim, mas acaba por explicar tudo pelos Seus motivos e não pelos motivos do Outro (o cliente).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se está a pensar “Eu nunca faço isto”, posso entrevistar 2 ou 3 clientes seus e confirmamos.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">2. Explique preço, etapas e valor com clareza</h3>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Quando os clientes e futuros clientes fazem perguntas, estão a mostrar interesse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se não quer ter de explicar ao cliente o preço, as etapas e os porquês, vai ouvir muitas vezes “Vou pensar e depois falamos”. Ele não vai pensar e não vai falar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem quer comunicar melhor com clientes precisa de explicar o preço, as etapas e o valor sem ambiguidade.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">3. Como comunicar melhor com clientes a partir da perspetiva do cliente</h3>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas são sempre pessoas. Não mudam porque estão a comprar ou a vender. Mudam a perspetiva e os objetivos, mas são as mesmas pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então porque é que alguém:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>se explica com palavras que os clientes não entendem?</li>



<li>apresenta magníficas características do produto/serviço sem mostrar o valor que trazem ao cliente?</li>



<li>pensa primeiro nos seus objetivos e depois nos do cliente?</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">É assim que gosta de ser recebido pelo seu médico, pelo mecânico ou pelo mediador de seguros?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Olhar com a perspetiva do cliente vale ouro. E funciona. Na <a href="https://sabcomunicar.pt/comunicacao-assertiva-nas-empresas/" data-type="link" data-id="https://sabcomunicar.pt/comunicacao-assertiva-nas-empresas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">comunicação comercial</a>, esta mudança ajuda a criar mais clareza, mais confiança e melhores conversas com os clientes. Perceber melhor <a href="https://hbr.org/1998/11/business-marketing-understand-what-customers-value?utm_source=chatgpt.com" data-type="link" data-id="https://hbr.org/1998/11/business-marketing-understand-what-customers-value?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o que os clientes valorizam</a> ajuda também a mostrar com mais clareza o valor do que se oferece.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isto não exige um <a href="https://sabcomunicar.pt/computadores-seres-humanos/" data-type="post" data-id="688">discurso artificial</a> nem técnicas complicadas. Exige atenção, clareza e capacidade de ajustar a linguagem ao que a outra pessoa realmente precisa perceber naquele momento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, comunicar melhor com clientes de forma consistente implica três mudanças simples: falar menos sobre o que a empresa faz e quer dizer, ouvir mais o que o cliente precisa de perceber, confirmar que a mensagem ficou clara. Quem trabalha esta competência vende melhor, gera mais confiança e reduz objeções desnecessárias.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-plain is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><em>Zsa Zsa Gabor faleceu em 2016 com 99 anos. Teve 9 maridos e dizia que era uma excelente dona de casa. Quando se divorciava ficava sempre com a casa.</em></p>
</blockquote>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>


<div class="wp-block-post-author"><div class="wp-block-post-author__avatar"><img alt='' src='https://secure.gravatar.com/avatar/5c07a9a9a604bbf4c39e46214610c378bc1aeb317899868122d9c44ebe3dba90?s=48&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/5c07a9a9a604bbf4c39e46214610c378bc1aeb317899868122d9c44ebe3dba90?s=96&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-48 photo' height='48' width='48' /></div><div class="wp-block-post-author__content"><p class="wp-block-post-author__byline">Por</p><p class="wp-block-post-author__name">SAB Comunicar</p></div></div>

<div class="wp-block-post-date__modified-date wp-block-post-date"><time datetime="2026-06-18T21:12:40+00:00">18/06/2026</time></div>


<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>8 perguntas sobre computadores e seres humanos</title>
		<link>https://sabcomunicar.pt/computadores-seres-humanos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SAB Comunicar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 13:34:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://sabcomunicar.cd4.nka.pt/?p=688</guid>

					<description><![CDATA[A 4.ª Revolução Industrial vai acontecer quando “começarmos a falar com computadores como falamos com pessoas”.Para Arlindo Oliveira, os computadores vão passar a tratar de partes da nossa vida por nós, como fazer compras ou arrumar a casa.Mas não é só isso. O investigador acredita que as emoções também poderão vir a ser um desenvolvimento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph" id="a-4-revolucao-industrial-vai-acontecer-quando-comecarmos-a-falar-com-computadores-como-falamos-com-pessoas-e-os-computadores-comecarem-a-tratar-de-partes-da-nossa-vida-por-nos-como-fazer-as-compras-arrumar-a-casa-mas-nao-e-so-diz-o-professor-arlindo-oliveira-tambem-as-emocoes-vao-acabar-por-ser-um-desenvolvimento-natural-dos-sistemas-computacionais"><strong>A 4.ª Revolução Industrial vai acontecer quando “começarmos a falar com computadores como falamos com pessoas”.</strong><br><strong>Para Arlindo Oliveira, os computadores vão passar a tratar de partes da nossa vida por nós, como fazer compras ou arrumar a casa.</strong><br><strong>Mas não é só isso. O investigador acredita que as emoções também poderão vir a ser um desenvolvimento natural dos sistemas computacionais.</strong></p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div class="wp-block-rank-math-toc-block" id="rank-math-toc"><h3>Neste artigo</h3><nav><ul><li class=""><a href="#o-que-tem-os-computadores-as-celulas-e-os-robos-em-comum">O que têm os computadores, as células e os robôs em comum? </a></li><li class=""><a href="#como-sera-essa-4-revolucao-industrial">Como será essa 4ª Revolução Industrial?</a></li><li class=""><a href="#que-exemplos-ve-da-tecnologia-a-suportar-a-evolucao-da-humanidade-para-o-proximo-estagio">Que exemplos vê da tecnologia a suportar a evolução da humanidade para o próximo estágio? </a></li><li class=""><a href="#qual-e-o-papel-das-emocoes">Qual é o papel das emoções? </a></li><li class=""><a href="#e-podem-existir-nestes-sistemas-computacionais">E podem existir nestes sistemas computacionais? </a></li><li class=""><a href="#como-e-que-serao-programadas">Como é que serão programadas? </a></li><li class=""><a href="#seremos-parceiros-ou-rivais-dos-sistemas-computacionais">Seremos parceiros ou rivais dos sistemas computacionais? </a></li><li class=""><a href="#que-exemplos-ve-desse-alinhamento-de-objetivos">Que exemplos vê desse alinhamento de objetivos? </a></li><li class=""><a href="#porque-este-tema-interessa-as-empresas">Por que este tema interessa às empresas?</a></li></ul></nav></div>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">No contexto da 4ª Revolução Industrial, a diversão, o ensino e o próprio trabalho serão completamente diferentes, diz o autor do livro&nbsp;<a href="https://istpress.tecnico.ulisboa.pt/produto/mentes-digitais-a-ciencia-redefinindo-a-humanidade/" data-type="link" data-id="https://istpress.tecnico.ulisboa.pt/produto/mentes-digitais-a-ciencia-redefinindo-a-humanidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mentes Digitais: A Ciência Redefinindo a Humanidade</a>. Uma realidade, afirma <a href="https://web.tecnico.ulisboa.pt/arlindo.oliveira/" target="_blank" data-type="link" data-id="https://web.tecnico.ulisboa.pt/arlindo.oliveira/" rel="noreferrer noopener">Arlindo Oliveira</a>, para a qual as pequenas empresas estão mais bem preparadas do que as grandes e onde vai ser necessário fazer uma grande <a href="https://sabcomunicar.pt/empresas/" data-type="page" data-id="28">aposta na formação</a>.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><em>&#8220;As emoções vão acabar por ser um desenvolvimento natural dos sistemas computacionais e haverá sistemas com emoções&#8221;,&nbsp;diz Arlindo Oliveira.</em></p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" id="o-que-tem-os-computadores-as-celulas-e-os-robos-em-comum">O que têm os computadores, as células e os robôs em comum?&nbsp;</h2>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Toda a complexidade que existe no mundo atual veio, durante milhões de anos, puramente dos sistemas biológicos e das células. <br>O mundo que vemos agora tem cerca de 200 anos e seria completamente estranho para uma pessoa que tivesse vivido há 500 anos. Carros, televisões, aviões e telefones seriam difíceis de imaginar. <br>Estamos habituados à realidade criada pela revolução industrial. A 3.ª Revolução Industrial trouxe computadores, informática, telemóveis e novas formas de interagir com o mundo.<br>A 4.ª Revolução Industrial será o momento em que os computadores começarem a comportar-se de forma inteligente. É provável que traga mudanças ainda mais profundas.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" id="como-sera-essa-4-revolucao-industrial">Como será essa 4ª Revolução Industrial?</h2>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Acontecerá quando falarmos com computadores como falamos com pessoas e os computadores começarem a tratar de partes da nossa vida por nós, como fazer compras ou arrumar a casa.<br>Quando aconteceu a revolução industrial e começámos a construir arranha-céus, linhas de caminhos-de-ferro, aeroportos e aviões, mudámos a natureza do planeta.<br>Agora, com estas 3.ª e 4.ª revoluções industriais, vamos fazer uma mudança ainda mais profunda.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" id="que-exemplos-ve-da-tecnologia-a-suportar-a-evolucao-da-humanidade-para-o-proximo-estagio">Que exemplos vê da tecnologia a suportar a evolução da humanidade para o próximo estágio?&nbsp;</h2>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é uma questão mais a longo prazo. Este ambiente em que as pessoas estão constantemente interligadas através do telemóvel é algo que vai ser cada vez mais intenso. <br>Vai afetar cada vez mais todas as áreas de atividade, desde o ensino à diversão, aos espetáculos e ao entretenimento. Todas essas áreas vão mudar muito. <br>As tecnologias irão provavelmente evoluir, embora não consigamos prever no que virão a ser.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" id="qual-e-o-papel-das-emocoes">Qual é o papel das emoções?&nbsp;</h2>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">São muito importantes na espécie humana. Não estão lá por acaso, mas porque se desenvolveram no processo evolutivo, criando uma série de ações e reações no ser humano. O medo, por exemplo, leva-nos a fugir das coisas perigosas, o amor leva-nos a reproduzir. As emoções evoluíram porque dão uma vantagem competitiva ao ser humano. Há quem diga que as emoções são a maneira mais avançada de inteligência porque são as mais difíceis de automatizar.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><em>&#8220;Embora não esteja a antecipar que um destes «assistentes» possa acordar um dia maldisposto e responda mal, parece-me razoável que se gritarmos com ele possa ter uma reação de espanto.&#8221;</em></p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" id="e-podem-existir-nestes-sistemas-computacionais">E podem existir nestes sistemas computacionais?&nbsp;</h2>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Neste momento, tendemos a não associar emoções aos sistemas computacionais. No entanto, já existem muitos sistemas capazes de detetar as emoções das pessoas. <br>À medida que queremos melhorar a interface destes sistemas, é natural que eles possam ter reações e emoções básicas. Por exemplo: “percebo que está cansado” ou “percebo que está aborrecido”.<br>O segundo passo é empatizar com essas emoções. Não estou a antecipar que um destes assistentes possa acordar um dia maldisposto e responder mal. Isso não me parece razoável. Mas parece-me razoável que, se gritarmos com ele, possa ter uma reação de espanto. Isso tornaria a interação mais natural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seria estranho ter um sistema que, para quase todos os efeitos, é humano, mas depois não se aborrece, não se zanga e responde sempre no mesmo tom. As emoções acabarão por existir também nestes sistemas.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" id="como-e-que-serao-programadas">Como é que serão programadas?&nbsp;</h2>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Os sistemas atuais aprendem por meio da interação, em vez de serem programados em detalhe, e muitos poderão ser treinados para exibir emoções que facilitem a interação humana. <br>Frequentemente, as emoções estão do lado da pessoa que percebe a emoção. Por exemplo: os animais não falam, não sabemos o que pensam, mas é muito fácil atribuir-lhes emoções (zangado, com fome).<br>Embora as emoções sejam percebidas pela pessoa que as observa, experiências mostram que robôs podem ser treinados para se relacionar com humanos de forma semelhante aos animais, levando as pessoas a atribuírem emoções aos robôs e a empatizarem com eles. Acredita-se que esses sistemas terão emoções mais controladas e menos variáveis do que as dos seres humanos.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" id="seremos-parceiros-ou-rivais-dos-sistemas-computacionais">Seremos parceiros ou rivais dos sistemas computacionais?&nbsp;</h2>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Espero que sejamos parceiros. Não faz sentido sermos rivais. Se chegarmos a essa situação quer dizer que fizemos alguma coisa errada. Mas não é impossível que ao projetarmos os&nbsp;sistemas lhes coloquemos objetivos que estão em conflito com os nossos próprios objetivos. Por exemplo, podemos pedir a um sistema que evite o aquecimento global, mas a melhor maneira de o evitar é andarmos a pé e, aí, pode haver conflito de objetivos. Espero que, quando se projetarem sistemas muito complexos, fique garantido que os interesses da humanidade são sempre os primeiros.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" id="que-exemplos-ve-desse-alinhamento-de-objetivos">Que exemplos vê desse alinhamento de objetivos?&nbsp;</h2>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Nos carros autónomos deve colocar-se como máxima prioridade a<a href="https://sabcomunicar.pt/para-onde-esta-a-olhar/" data-type="post" data-id="664"> salvaguarda das vidas humanas</a>, embora seja necessário fazer opções. Aí temos de garantir que há alinhamento. Imagine um carro de 100 mil euros, programado para evitar destruir-se. Pode ter que decidir entre destruir-se numa ravina, ou atropelar uma pessoa. Essas decisões têm de ser tomadas. <br>Estes problemas também existem quando somos condutores, só que nós não temos normalmente tempo e as reações são instintivas. Os computadores, como são muito mais rápidos, vão quase sempre ter possibilidade de decidir e conseguem fazer a escolha de atropelar ou não uma pessoa. Temos de garantir que as decisões que são tomadas pelo computador estão alinhadas com os interesses e os valores humanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" id="porque-este-tema-interessa-as-empresas">Por que este tema interessa às empresas?</h2>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">A evolução dos computadores e da inteligência artificial não é apenas um tema tecnológico. Também muda a forma como trabalhamos, comunicamos, aprendemos e tomamos decisões. Para as empresas, isto reforça a importância da formação, da adaptação e de uma <a href="https://sabcomunicar.pt/empresas/" data-type="page" data-id="28">comunicação clara em contextos de mudança</a>.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">(excerto de entrevista publicada na revista&nbsp;<em>Tecnologia &amp; Qualidade 5</em>, do <a href="https://www.isq.pt/noticias/revista/" target="_blank" data-type="link" data-id="https://www.isq.pt/noticias/revista/" rel="noreferrer noopener">ISQ</a> em janeiro 2018)</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1521057813490-1024x683.jpg" alt="Computadores" class="wp-image-1203" style="width:477px;height:auto" srcset="https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1521057813490-1024x683.jpg 1024w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1521057813490-300x200.jpg 300w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1521057813490-768x512.jpg 768w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1521057813490-1536x1024.jpg 1536w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1521057813490-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>


<div class="wp-block-post-author"><div class="wp-block-post-author__avatar"><img alt='' src='https://secure.gravatar.com/avatar/5c07a9a9a604bbf4c39e46214610c378bc1aeb317899868122d9c44ebe3dba90?s=48&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/5c07a9a9a604bbf4c39e46214610c378bc1aeb317899868122d9c44ebe3dba90?s=96&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-48 photo' height='48' width='48' /></div><div class="wp-block-post-author__content"><p class="wp-block-post-author__name">SAB Comunicar</p></div></div>

<div class="wp-block-post-date__modified-date wp-block-post-date"><time datetime="2026-06-18T21:20:13+00:00">18/06/2026</time></div>


<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como podem as empresas e os assessores de imprensa ser mais úteis para os jornalistas?</title>
		<link>https://sabcomunicar.pt/comunicar-com-jornalistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SAB Comunicar]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 13:29:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assessoria de imprensa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://sabcomunicar.cd4.nka.pt/?p=685</guid>

					<description><![CDATA[Dicas para captar a atenção dos media sem se tornar irritante. Uma das perguntas mais &#8220;espantosas&#8221; que me fizeram foi sobre um convite a jornalistas para uma apresentação à imprensa.&#160;Se isso existia. E qual seria o investimento. Naquele caso o investimento seria o valor do pequeno-almoço para o grupo. O tema era relevante e inovador. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Dicas para captar a atenção dos media sem se tornar irritante.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div class="wp-block-rank-math-toc-block" id="rank-math-toc"><h3>Neste artigo</h3><nav><ul><li class=""><a href="#porque-e-tao-importante-comunicar-bem-com-jornalistas">Porque é tão importante comunicar bem com jornalistas?</a></li><li class=""><a href="#comunicar-com-jornalistas">Comunicar com jornalistas</a></li><li class=""><a href="#como-melhorar-a-comunicacao-sugestoes-de-jornalistas">Como melhorar a comunicação? Sugestões de jornalistas</a></li><li class=""><a href="#8-estrategias-para-enviar-emails-mais-eficazes">8 estratégias para enviar emails mais eficazes</a></li><li class=""><a href="#o-que-devem-evitar-as-empresas-quando-contactam-jornalistas">O que devem evitar as empresas quando contactam jornalistas?</a></li><li class=""><a href="#resumo-pratico-para-empresas-e-assessores-de-imprensa">Resumo prático para empresas e assessores de imprensa</a></li></ul></nav></div>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das perguntas mais &#8220;espantosas&#8221; que me fizeram foi sobre um convite a jornalistas para uma apresentação à imprensa.&nbsp;<strong>Se isso existia. E qual seria o investimento.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Naquele caso o investimento seria o valor do pequeno-almoço para o grupo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tema era relevante e inovador. Tecnologia única desenvolvida por portugueses em Portugal, a partir de materiais tipicamente portugueses, exportada para clientes mundiais de referência. Despertava o interesse de vários sectores dos media – economia, ciência, tecnologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os meus interlocutores, especialistas nessa tecnologia, pouco habituadas a estes mundos da comunicação, insistiam em saber o investimento total.&nbsp;<strong>Até que percebi que, para eles, uma apresentação à imprensa teria de ser paga, para ter público.</strong></p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><em>É positivo termos experiências diferentes. São elas que nos permitem entender o mundo aos olhos dos outros.</em></p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Ter estado no jornalismo e na <a href="https://sabcomunicar.pt/empresas/" data-type="page" data-id="28">comunicação empresarial</a> facilita-me a vida quando preciso fazer a ponte entre os dois. Li o estudo &#8220;<a href="https://www.cision.pt/recursos/whitepapers/estudo-global-2025-estado-dos-media/" target="_blank" data-type="link" data-id="https://www.cision.pt/recursos/whitepapers/estudo-global-2025-estado-dos-media/" rel="noreferrer noopener">Estado dos Media</a>&#8220;, que a Cision publicou recentemente, onde identifica ideias importantes para as empresas e os <a href="https://sabcomunicar.pt/empresas/" data-type="page" data-id="28">assessores de imprensa</a> que se querem relacionar com jornalistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque acredito que nos entendemos melhor quando <a href="https://sabcomunicar.pt/comunicar-melhor-com-clientes/" data-type="post" data-id="642">compreendemos o mundo dos “outros”</a>, neste caso dos jornalistas e dos&nbsp;<em>media</em>, fiz uma seleção das respostas dos jornalistas e das ideias deste estudo, que considero mais relevantes.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" id="porque-e-tao-importante-comunicar-bem-com-jornalistas">Porque é tão importante comunicar bem com jornalistas?</h2>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Os jornalistas recebem muitas propostas, emails e pedidos de atenção. Para uma empresa ou assessor de imprensa, comunicar bem com jornalistas significa respeitar o tempo, o tema, o público e o contexto editorial de cada órgão de comunicação.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" id="comunicar-com-jornalistas">Comunicar com jornalistas</h2>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><em>E-mail, e-mail, e-mail. Utilize o e-mail para contactar os jornalistas. Dito pelos próprios. Com a carga de trabalho, só assim é possível gerir e garantir que não se perde informação.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Enviar informações concisas por e-mail, com recursos incluídos que não expirem&nbsp;</em>(fugir do wetransfer versão gratuita)&nbsp;<em>e ser limitado no follow-up&nbsp;</em>(uma vez é suficiente).<em></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Garantir que o conteúdo é 100% correto é mais importante que o retorno, exclusividade, ou ser o primeiro a publicar.</em> Esta preocupação continua atual: a Cision destaca a relevância, a precisão e a confiança como temas centrais na<a href="https://news.cision.com/pt/cision-portugal/r/o-estado-dos-media-em-2025-revela-um-ponto-de-viragem-para-a-confianca--a-tecnologia-e-as-parcerias-%2Cc638858317850000000" target="_blank" data-type="link" data-id="https://news.cision.com/pt/cision-portugal/r/o-estado-dos-media-em-2025-revela-um-ponto-de-viragem-para-a-confianca--a-tecnologia-e-as-parcerias-%2Cc638858317850000000" rel="noreferrer noopener"> relação entre jornalistas e profissionais de comunicação</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Ter um convidado/especialista disponível para uma entrevista online é mais útil do que nunca.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>É importante distanciar-se da perspectiva de qualquer marca para a qual possa estar a trabalhar e pensar se alguém que nunca ouviu falar dessa marca se vai interessar pela história que está a comunicar, por exemplo.</em></p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong><em>Tente ler a informação que vai enviar com os olhos de um repórter.</em></strong></p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>


<div class="wp-block-image is-style-default">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1594141225557-1024x683.jpg" alt="comunicar com jornalistas" class="wp-image-1204" style="width:672px;height:auto" srcset="https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1594141225557-1024x683.jpg 1024w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1594141225557-300x200.jpg 300w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1594141225557-768x512.jpg 768w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1594141225557-1536x1024.jpg 1536w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1594141225557-2048x1365.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" id="como-melhorar-a-comunicacao-sugestoes-de-jornalistas">Como melhorar a comunicação? Sugestões de jornalistas</h2>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">“A inclusão de dados ou recursos que um escritor possa investigar para contextualizar e um ângulo exclusivo que apresente uma ideia maior da história. Não me fale somente do cliente.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não comunique “ideias” que são descaradamente para servir os seus clientes. Comunique uma tendência em que eles se encaixam ou ofereça os seus conhecimentos sobre um assunto sobre o qual eu possa estar a escrever.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Diga-me diretamente, em uma ou duas frases, porque é que é importante o público saber isto – não apenas porque é importante para a empresa ou cliente.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O mais importante é conhecer-me a mim, a minha publicação e os meus leitores e propor soluções que nos ajudem a criar grandes conteúdos, que gerem visualizações.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não me incomode com tópicos não relacionados – estou a carregar na tecla ‘lixo’ mais rapidamente para limpar a minha caixa de correio.”</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong><em>Se recebesse entre 51 a 100 emails por semana a apresentar &#8220;ideias novas&#8221;, a quantos conseguia responder em dois dias?&nbsp;</em></strong><em>25% dos jornalistas que responderam ao estudo recebem esses emails.</em></p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" id="8-estrategias-para-enviar-emails-mais-eficazes">8 estratégias para enviar emails mais eficazes</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>Mantenha os e-mails breves e vá direto ao assunto</em></li>



<li><em>Forneça todos os materiais necessários para a história, incluindo imagens e links. Parta do princípio de que eles não vão responder ao seu e-mail, mas vão escrever uma história com base em toda a informação incluída no seu e-mail.</em></li>



<li><em>Inclua o press release para fornecer contexto adicional.</em></li>



<li><em>Seja estratégico nos links que incluir.</em></li>



<li><em>Forneça um timing. Esta notícia está embargada? Certifique-se que a notícia ainda não é pública.</em></li>



<li><em>Se for possível oferecer uma entrevista, torne isso claro.</em></li>



<li><em>Certifique-se que os links funcionam fora da sua organização.</em></li>
</ul>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" id="o-que-devem-evitar-as-empresas-quando-contactam-jornalistas">O que devem evitar as empresas quando contactam jornalistas?</h2>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">As empresas devem evitar contactos genéricos, temas pouco relevantes, insistência excessiva e mensagens centradas apenas no interesse da marca. Para captar a atenção dos jornalistas, a informação deve ser clara, útil, correta e adequada ao público do órgão de comunicação.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" id="resumo-pratico-para-empresas-e-assessores-de-imprensa">Resumo prático para empresas e assessores de imprensa</h2>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Para serem mais úteis aos jornalistas, empresas e assessores de imprensa devem enviar informação relevante, correta, breve e contextualizada. O objetivo não é apenas divulgar uma marca, mas ajudar o jornalista a perceber porque é que aquele tema interessa ao seu público.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Das ideias que leu,&nbsp;<strong>qual destas sugestões lhe chamou mais a atenção? O que é que vai fazer diferente amanhã?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se este tema é importante para a sua empresa, conheça também os <a href="https://sabcomunicar.pt/empresas/" data-type="page" data-id="28">serviços de comunicação e assessoria</a> de imprensa da SAB Comunicar.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">PS: Partilhe este artigo com um amigo, cliente ou colega que precisa conhecer estas estratégias.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>


<div class="wp-block-post-author"><div class="wp-block-post-author__avatar"><img alt='' src='https://secure.gravatar.com/avatar/5c07a9a9a604bbf4c39e46214610c378bc1aeb317899868122d9c44ebe3dba90?s=48&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/5c07a9a9a604bbf4c39e46214610c378bc1aeb317899868122d9c44ebe3dba90?s=96&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-48 photo' height='48' width='48' /></div><div class="wp-block-post-author__content"><p class="wp-block-post-author__name">SAB Comunicar</p></div></div>

<div class="wp-block-post-date__modified-date wp-block-post-date"><time datetime="2026-07-16T16:51:53+00:00">16/07/2026</time></div>


<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Para onde está a olhar? Viés de sobrevivência</title>
		<link>https://sabcomunicar.pt/para-onde-esta-a-olhar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SAB Comunicar]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 11:29:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://sabcomunicar.cd4.nka.pt/?p=664</guid>

					<description><![CDATA[O viés de sobrevivência nas decisões de comunicação e negócios O viés de sobrevivência mostra como podemos tomar más decisões quando olhamos apenas para os casos que chegaram ao fim. Na comunicação e nos negócios, isso acontece quando analisamos só clientes ganhos, propostas aceites ou projetos bem-sucedidos. Talvez Hitler tivesse pensado num plano B, se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading" id="o-vies-de-sobrevivencia-nas-decisoes-de-comunicacao-e-negocios">O viés de sobrevivência nas decisões de comunicação e negócios</h2>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">O viés de sobrevivência mostra como podemos tomar más decisões quando olhamos apenas para os casos que chegaram ao fim. Na comunicação e nos negócios, isso acontece quando analisamos só clientes ganhos, propostas aceites ou projetos bem-sucedidos.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div class="wp-block-rank-math-toc-block" id="rank-math-toc"><h3>Neste artigo</h3><nav><div><div class=""><a href="#o-vies-de-sobrevivencia-nas-decisoes-de-comunicacao-e-negocios">O viés de sobrevivência nas decisões de comunicação e negócios</a><div><div class=""><a href="#o-problema">O problema do viés de sobrevivência</a></div><div class=""><a href="#a-solucao">A solução de Abraham Wald</a></div><div class=""><a href="#vies-de-sobrevivencia">Como aplicar o viés de sobrevivência à comunicação</a></div></div></div><div class=""><a href="#perguntas-para-identificar-o-vies-de-sobrevivencia">Perguntas para identificar o viés de sobrevivência</a></div></div></nav></div>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez Hitler tivesse pensado num plano B, se soubesse o que Wald ia descobrir mais tarde.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Filho de um padeiro e neto de um rabino, <a href="https://www.ams.org/publicoutreach/feature-column/fc-2016-06" data-type="link" data-id="https://www.ams.org/publicoutreach/feature-column/fc-2016-06" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Abraham Wald</a> estudou matemática em Viena, onde foi investigador. Com a ocupação alemã e um novo diretor nazi, emigrar tornou-se inevitável.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Em Nova Iorque integrou um grupo de pesquisa estatística secreto que contribuía para o esforço de guerra. A contribuição do grupo era feita em &#8220;equações&#8221;.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading" id="o-problema">O problema do viés de sobrevivência</h3>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Naquele dia receberam um pedido dos militares. Precisavam blindar os aviões contra os caças do inimigo. Pensaram que uma equação matemática poderia encontrar o ponto certo.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Mostraram aviões regressados de missões, cobertos de furos de balas nalgumas zonas. A distribuição desses furos não era uniforme. Havia muitos furos nas asas e quase nenhum no motor. A lógica era então blindar mais a zona atingida, certo?</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">A blindagem torna os aviões pesados. Os aviões pesados são mais difíceis de pilotar e gastam mais combustível.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"><em>Blindar de mais é mau. Blindar de menos também é mau. Como podiam tomar a melhor decisão?</em></p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="701" src="https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1595585792931-1024x701.jpg" alt="viés de sobrevivência" class="wp-image-1207" style="width:510px;height:auto" srcset="https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1595585792931-1024x701.jpg 1024w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1595585792931-300x205.jpg 300w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1595585792931-768x526.jpg 768w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1595585792931-1536x1052.jpg 1536w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1595585792931-2048x1402.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading" id="a-solucao">A solução de Abraham Wald</h3>



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<p class="wp-block-paragraph">Wald discordou. O reforço para blindar o avião devia ser onde não havia furos.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">“Onde estavam os furos de bala que faltavam? Estavam nos aviões que faltavam.” O motivo porque os aviões voltavam com poucos furos de balas no motor, era simples: os que tinham sido muito atingidos no motor simplesmente não voltavam.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">E reforçaram a blindagem no motor. Como é que Wald viu o que os outros não viram?</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Porque os outros partiram de um pressuposto: os aviões que voltavam eram uma amostra aleatória de todos os que cumpriam missões. Para um matemático o problema do furo de bala é visto como um fenómeno a que se chama “<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vi%C3%A9s_de_sobreviv%C3%AAncia" target="_blank" data-type="link" data-id="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vi%C3%A9s_de_sobreviv%C3%AAncia" rel="noreferrer noopener">viés de sobrevivência</a>” (uma visão distorcida na observação e análise dos factos identificados).</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading" id="vies-de-sobrevivencia">Como aplicar o viés de sobrevivência à comunicação</h3>



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<p class="wp-block-paragraph"><em>Q</em>uando queremos <a href="https://sabcomunicar.pt/empresas/" data-type="page" data-id="28">desenvolver um projeto, uma marca, um serviço</a>, é comum estudar-se o perfil que se está a atrair, o público que se conquistou, E estudar os que não ficam? Que informação nos pode dar?</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Quantas ideias foram arrumadas porque não funcionaram logo? Que critérios usámos para concluir que não funcionaram?</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">É importante ver o que corre bem, focarmo-nos nos clientes que atraímos, nos projetos onde fomos bem-sucedidos. E é igualmente importante fazer as perguntas que nos ajudam a ver o nosso viés de sobrevivência.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Sempre que envio uma proposta peço uma resposta. Pode vir algum tempo depois, mas preciso saber se já decidiram e, se a opção foi outra, qual o principal motivo. 90% das vezes consigo. Todas as respostas me ajudam a situar e saber onde tenho que reforçar a blindagem. Isto exige organização, resiliência e muito foco. É fácil deixar esquecido no fundo de tudo.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo no passado, em <a href="https://sabcomunicar.pt/pessoas/" data-type="page" data-id="399">processos de recrutamento</a> pedi sempre feedback, para saber se a escolha foi financeira, experiência, formação ou outra. E o que recebi foi sempre útil para me situar e orientar a estratégia que tinha.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1595530061905-1024x682.jpg" alt="Abraham Wald e viés de sobrevivência" class="wp-image-1206" style="width:494px;height:auto" srcset="https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1595530061905-1024x682.jpg 1024w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1595530061905-300x200.jpg 300w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1595530061905-768x512.jpg 768w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1595530061905-1536x1023.jpg 1536w, https://sabcomunicar.pt/wp-content/uploads/1595530061905-2048x1364.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">É comum olharmos para o que funcionou. Em fases como esta que vivemos é importante perceber se com outra &#8220;blindagem&#8221; outras coisas podiam ter funcionado.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">O que é que conseguiu aprender com o que não funcionou? Está a focar-se nas pessoas certas? A estratégia está orientada para si ou para o público que procura? A si parece-lhe claro, mas para os outros a <a href="https://sabcomunicar.pt/empresas/" data-type="page" data-id="28">mensagem está igualmente fácil de entender</a>?</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" id="perguntas-para-identificar-o-vies-de-sobrevivencia">Perguntas para identificar o viés de sobrevivência</h2>



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<p class="wp-block-paragraph">Antes de concluir que uma ideia não funciona, vale a pena perguntar: que dados ficaram de fora? Que pessoas não responderam? Que propostas não avançaram? Que clientes não regressaram?<br>O viés de sobrevivência não serve apenas para analisar aviões, números ou estatísticas. Também ajuda a perceber onde a comunicação pode estar a falhar e que sinais continuam invisíveis porque não chegam até nós.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Agora que muitas das coisas que &#8220;funcionavam&#8221; deixaram de &#8220;poder funcionar&#8221;, para onde está a olhar?</p>



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<div class="wp-block-post-author"><div class="wp-block-post-author__avatar"><img alt='' src='https://secure.gravatar.com/avatar/5c07a9a9a604bbf4c39e46214610c378bc1aeb317899868122d9c44ebe3dba90?s=48&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/5c07a9a9a604bbf4c39e46214610c378bc1aeb317899868122d9c44ebe3dba90?s=96&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-48 photo' height='48' width='48' /></div><div class="wp-block-post-author__content"><p class="wp-block-post-author__name">SAB Comunicar</p></div></div>

<div class="wp-block-post-date__modified-date wp-block-post-date"><time datetime="2026-06-18T21:21:41+00:00">18/06/2026</time></div>


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